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Chery QQ, o carro Chinês que surpreende

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Automóveis
Comentários: 1
Chery QQ, o carro Chinês que surpreende

A Chery, indústria automobilística chinesa, é a maior montadora de veículos de seu país natal. Sua sede fica na cidade de Wuhu, província com Anhuí e possui uma planta de aproximadamente 2 milhões de metros quadrados.
Ela está presente em mais de 80 países com 16 unidades produtivas e cerca de 25 mil funcionários no mundo todo. Com pouco mais de 14 anos de existência, a Chery ganhou destaque na China e internacionalmente, após Philip Kotler, renomado profissional de marketing, ter reconhecido a montadora como uma empresa ascendente.
A companhia chinesa tem alcançado marcos incríveis no decorrer de sua existência, sendo a única fabrica de automóveis a entrar na lista dos 200 maiores exportadores da China. Isso ocorreu por nove anos consecutivos, como a primeira da lista.

Chery QQ

Esse veículo vem se tornando um dos modelos mais populares da montadora no mundo todo. Recentemente, a empresa anunciou uma nova planta a ser construída no Brasil, país onde seus carros foram muito apreciados. Com isso, a chegada do Chery QQ (pronuncia-se "Que-quê") promete trazer uma nova opção para a lista dos mini’s com simpatia, sendo o compacto mais completo e com a melhor relação custo x benefícios do mercado automobilístico brasileiro.
Na China, o QQ é um dos carros mais vendidos, pois seu visual diferenciado e personalidade marcante, trazendo conforto, segurança e qualidade por um bom preço, justificam suas vendas e a apreciação que os consumidores têm por ele. No Brasil, ele trará muita competitividade em relação às demais marcas disponíveis de automóveis compactos.
Entre alguns equipamentos que são de linha, estão: ar condicionado; direção hidráulica; duplo airbag; painel digital; faróis de neblina dianteiros e traseiros; vidros, travas e retrovisores elétricos. Rádio AM/FM com CD Player MP3 com entrada USB também fazem parte de seus luxos.
Além disso, seu modelo único conta também com freios ABS, alarme antifurto, aviso sonoro do cinto de segurança desconectado (para os esquecidos), luz de aviso quando há pouco combustível, limpador e desembaçador traseiro, brakelight e spoiler traseiro.
Pensando em dar uma cor diferenciada a vida de seus consumidores brasileiros, o Chery QQ estará disponível em oito cores. São elas: prata, branco, preto, azul, verde, vermelho e amarelo. Assim como todos os outros veículos da Chery, o QQ terá três anos de garantia.

E aí? O que achou? Já possui um QQ? Comente e compartilhe sua opinião com todos!

Lucas Souza

Título: Chery QQ, o carro Chinês que surpreende

Autor: Lucas Souza (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Daiany Nascimento

    18-09-2012 às 12:37:35

    Oi autor, eu ainda não tinha muitas informações sobre esta empresa de carros, a Chery, mas achei importante saber mais informações sobre seus carros, pois agora ela está chegando aqui na minha cidade! Isto mesmo, a Chery vai instalar uma indústria na cidade e com certeza seus carros passarão a ser bem mais populares por aqui. O QQ é um carro que acho muito bonito, por ser compacto. Obrigada pelas informações e aguardo novas dicas.

    ¬ Responder

Comentários - Chery QQ, o carro Chinês que surpreende

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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