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Documentos que precisa ter a Bordo

Categoria: Barcos
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Comentários: 2
Documentos que precisa ter a Bordo

Navegar é sempre uma aventura. Se o dia estiver soalheiro e o vento correr de feição, um passeio de barco vai ser perfeito e vai ter um dia extraordinário com toda a certeza.

Andar de barco é sempre um programa perfeito, mas tal só acontece se quem levar o barco for alguém responsável e profissional. Navegar não é pêra doce e só mesmo para quem quer e sabe.

Para quem comanda um barco, sabe os princípios básicos e importantes para levar todos os tripulantes a bom porto. A responsabilidade de ter a seu cargo um barco que transporta vários passageiros é algo extraordinário e que pode dar que pensar.

Mas não só os cuidados básicos e obrigatórios quer para com os passageiros, quer para com o barco que os transporta são importantes.

Tal como acontece quando se conduz um automóvel, para quem navega e comanda um barco é essencial fazer-se acompanhar por alguma documentação.

Quer sua, ou do barco que navega, são necessários documentos importantes.

Em primeiro lugar deve ter o livrete da embarcação. Tal como acontece com um carro, a identificação do barco é essencial.

O comprovativo da apólice de seguro de responsabilidade civil contra terceiros é obrigatório, como em qualquer veículo.

É ainda necessária a prova do pagamento do Imposto sobre veículos.

Tal como para a condução de um automóvel, é necessário fazer-se acompanhar pela carta de navegador. Para tirar esta carta é necessário a aprovação através de exame pelo Instituto Marítimo Portuário, após ter frequentado um curso. Aqui, tal como nas categorias da carta de condução, existem vários escalões da carta de navegador. Por exemplo, para navegar com um barco a vela ou a motor com um tamanho inferior a 5 metros, basta-lhe uma carta de principiante. Se quiser navegar para mais de 3 milhas e barcos com tamanho inferior a 7 metros. Se quiser dar largas a uma grande imaginação e partir sem destino, obtenha a carta de patrão de alto mar e pode navegar a quantas milhas quiser.

Se até agora encontramos documentos idênticos aos obrigatórios por um condutor de automóveis, nem sempre é assim.

Por último é necessária a prova de pagamento de taxa de balizagem e farolagem. Mas afinal o que é isto de balizagem e farolagem?

Como já deve ter avistado, em todo o território marítimo, existem zonas assinaladas com faróis, balizas ou bóias que pertencem ao estado e por ele também feita a manutenção. Para uma navegação segura, estes utensílios, tal como sistemas de navegação tecnológicos são essenciais. Assim, e como o estado se obriga a manter segura toda a costa e zonas marítimas, as embarcações são obrigadas a pagar uma taxa para usufruírem deste sistema de segurança.

Agora já sabe que documento deve ter se partir em viagem de barco.


Carla Horta

Título: Documentos que precisa ter a Bordo

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    23-04-2014 às 17:15:13

    Dicas fantásticas mesmo. Os documentos são primordiais antes de embarcar, a Rua Direita sugere que se faça a precaução do mesmo.

    ¬ Responder
  • Aline Silva

    06-10-2012 às 17:56:26

    o que eu quero saber é assim como as informaçoes de carro tipo chassi,modelo ,placa .deve haver as informações para barcos quero saber quais ?sei q no caso de barco devem ser outros dados mas quais?

    ¬ Responder

Comentários - Documentos que precisa ter a Bordo

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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