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Barcos a motor

Categoria: Barcos
Visitas: 16
Comentários: 2
Barcos a motor

Os desportos são inúmeros e todos eles muito gratificantes para a saúde do corpo e da mente. Cada vez mais são praticados por homens e jovens de todo o mundo. As zonas costeiras são bastante frequentadas em qualquer época do ano em especial pelos apreciadores de desportos aquáticos.

Cada vez são mais procurados devido às facilidades de se poder participar em viagens recreativas e de competição. Para os que não podem comprar embarcações a motor as zonas costeiras oferecem a possibilidade de alugar todo o tipo de embarcação. Alêm disso promovem esportes em colaboração com as autoridades locais e municipais. Não só organizam corridas de lanchas e jet skis como fazem campeonatos com outras embarcações desde barcos de luxo, pneumáticos a motas de água.

Normalmente os clubes e escolas náuticas organizam excursões para descobrir zonas bonitas e escondidas e praias com difícil acesso. Estes são feitos em pequenos barcos a motor e lanchas ou barcos de luxo. Quase todas as praias dispõem de clubes recreativos que fazem passeios durante todo o dia. È muito frequente verem-se corridas de mota de água nas praias portuguesas em especial no verão.

Há países que também organizam campeonatos a nível mundial como por exemplo a Grécia.

As escolas de barco a motor preparam para navegar quem quiser desfrutar destes desportos.

A gasolina para estes barcos pode adquirir-se nas bombas de gasolina de todas as zonas costeiras.


Teresa Maria Batista Gil

Título: Barcos a motor

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Imagem por: MattJP

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    23-04-2014 às 17:17:27

    Uma das mais lindas experiências é a viagem de barco. São momentos relaxantes, de avistar as paisagens e de estar em contato maior com a família, os amigos e a natureza!

    ¬ Responder
  • luhluh

    26-07-2010 às 18:54:07

    massa,nunk vo trabalha nissu...kkkk

    ¬ Responder

Comentários - Barcos a motor

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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