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Categorias da carta de navegador

Categoria: Barcos
Visitas: 6
Comentários: 1
Categorias da carta de navegador

As categorias da carta de navegador de recreio são as seguintes: Carta de navegador Patrão de Alto mar, Carta de navegação Patrão de Costa, Carta de navegador Patrão local, Carta de Marinheiro, que tem algumas restrições a serem respeitadas como as seguintes: Titulares de 14 aos 16 anos, Titulares de 16 anos e Carta de Principiante.

Esses diplomas devem ser requeridos junto ao orgão competente para que se possa navegar atendendo devidamente a regulamentação e tornando assim, a navegação cada vez mais segura, já que para a obtenção da carta é necessário fazer um curso que qualifica o requerido a tornar-se um navegador.

Faz parte da responsabilidade de cada um que queira se lançar pelo mar navegando, atender as leis vigentes para evitar todo tipo de casualidade que possa surgir por despreparo. Caso o navegador deseje obter uma carta para navegar de categoria superior, é possível.

O homem navega pelos mares há inúmeras décadas, nem sempre em busca do prazer e da sensação de liberdade que a navegação proporciona mas também para descobrir novos mundos e explorar o comércio. Tomando a história como base, os Portugueses se destacaram na arte da navegação e tornaram-se pioneiros com suas grandes e resistentes caravelas. Desbravaram mares e haviam excelentes navegadores que se aventuravam traçando novos percursos, prova disso que descobriram o Brasil, entre tantos outros feitos que Inumerados aqui não caberia. Hoje a navegação, conta com recursos de mapas, tecnologia de navegador de bordo e demais facilidades inexistente numa época atras, mesmo assim, infelizmente, nem tudo são flôres e as vezes ocorrem acidentes, imagine se as autoridades não exigissem devido treinamento, seria apostar no risco de ficar à deriva sem saber o que fazer.

Quem nunca ouviu a frase: Navegar é preciso? Acredito que muitos de nós, por isso as normas de segurança são importantíssimas, nada de querer sair por aí só por ter dado uma navegadinha e achar que tem pleno domínio e, ser surpreendido sem sequer imaginar como proceder. Esse é um argumento bem forte para cursar e solitar exames para tornar-se navegador diplomado com sua carta.

A intenção aqui com essa recomendação, não é de modo algum desmotivar e sim pelo contrário, é orientar para que todos nós possamos desfrutar dessa maravilha que é navegar, muitos navegam a trabalho por profissão, outros por lazer e outros por esporte. É comum encontrar navegadores que quando estão em terra firme, declaram que navegar é hobby, profissão e paixão.



Sílvia Baptista

Título: Categorias da carta de navegador

Autor: Sílvia Baptista (todos os textos)

Visitas: 6

653 

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Comentários - Categorias da carta de navegador

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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