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Herpes genital

Categoria: Saúde
Comentários: 1
Herpes genital

O mais importante é estar em alerta a todas as possíveis doenças sexualmente transmisíveis, não é recomendado se descuidar e sim, proteger-se. Dentre as doenças sexualmente transmisíveis está a herpes genital, que acomete um grande número de pessoas e que em muitos casos, a pessoa que tem o vírus não sabe que o tem até que seja ecludido.

O herpes é um vírus de nome Herpes Simplex, que afeta outras partes do corpo mas principalmente a boca e a região genital, o vírus que afeta a região genital é em geral o do tipo dois, pois o tipo um afeta mais a boca. As lesões, que são feridas na pele causadas pelo herpes são dolorosas, na primeira manisfestação das lesões, costuma durar entre uma e três semanas mas essse tempo é relativo, tem casos em que leva cerca de duas a quatro semanas, depende da resposta imunológica de cada individuo, o tratamento requer que seja prescrito pelo médico que pode ser acompanhado com o uso de anti-virais. Para um diagnóstico mais preciso, basta um exame de sangue feito em laboratório para comprovação, por se tratar de uma doença recorrente é de suma importância seguir as orientaçãoes fornecidas pelo médico.

O maior indíce de contágio está entre as mulheres, pois é mais comum o homem infectado trasmitir para a mulher do que vice-versa, mesmo assim, não se deve levar tais indíces ao pé da letra, mulher também contamina homem, só que em escala um tanto menor.

Após a contaminação pelo vírus do herpes, as lesões costumam aparecer de duas à três semanas depois do contato com o vírus. Os cuidados e o o tratamento no estado de infcção devem se estender a prática sexual, jamais se deve fazer sexo nessse estado, independentemente de se estar usando preservativo, pois o preservativo pode não alcançar e cobrir devidamente a região afetada, sem contar que no atrito do ato sexual, sem dúvida, o risco de contágio é quase certo e, mesmo com as feridas fechadas, deve-se evitar contaminar outra pessoa, usando sempre preservativos, além dos cuidados de higiene para que as feridas melhor cicatrizem.

O contágio do herpes genital, normalmente se dá pelo sexo oral e anal, portanto é necessário observar se a pessoa tem feridas na boca ou marcas também na região genital e coxas, essa atenção é importante porque uma ferida, mesmo seca, pode trasmitir o herpes, embora que em condições de contágio menos favoráveis que quando em estado infeccioso.

Todo o cuidado para evitar o contágio, deve ser levado a sério.


Sílvia Baptista

Título: Herpes genital

Autor: Sílvia Baptista (todos os textos)

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Imagem por: Pulmonary Pathology

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • leilaleila

    03-02-2011 às 10:11:21

    meu esposo apresento algumas ferida no rogão geneital dele e as vezes quando fazemos amor ´r como abrisesse uma fissura, foi pedido exames de doenças venereais e todadas deram sem reagem a unica que deu ragendete foi a hepatite a, no meu aparelho genotal não pareceu nenhuma anomalia egostaria que voce me ajudasse a lidar com as mentiras por vezes tolas sem importancia por isso acho que ele é mentiroso compulsivo, aguardo suas resposta obrigada

    ¬ Responder

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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