Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Música > O som único da Guitarrada Eléctrica

O som único da Guitarrada Eléctrica

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Música
Comentários: 1
O som único da Guitarrada Eléctrica

Foi notícia a 14 de agosto de 2009 que tinha morrido o “Pai” da guitarra elétrica. Les Paul morreu com 94 anos em Nova Iorque vítima de pneumonia. Nascido em 1915 em Wisconsin – Estados Unidos da América, este pioneiro compositor e pai das guitarras elétricas, tocou com figuras como Frank Sinatra e Louis Armstrong.

Instrumentos de corda existem há séculos, melhor, há milénios, se nos lembrarmos de imagens de filmes em que Gregos e Romanos se deliciavam ao som das harpas.

Os violões, violas, violinos, violoncelos, guitarra Portuguesa, cavaquinho, contra-baixo, são apenas alguns (poucos até) instrumentos de corda que podemos numerar. No entanto, quando a vontade nos leva a um som estridentemente único, arrepiante até, pensamos em guitarra elétrica. Se som agudo ampliado eletricamente é melodia para uns, logo é fanatismo para outros.

O som produzido pela vibração das cordas, como é natural nas guitarras, é transformado em sinais elétricos (ondas sonoras através de um alto-falante).

Utilizadas nos mais variados estilos de música, a guitarra elétrica comanda as melodias e as emoções do heavy metal, rock, pop rock, mas também do jazz, música popular entre muitas, muitas outras.

São variadas as marcas de guitarras elétricas tocadas pelos melhores guitarristas, mas imperam as Fender, Stratocaster, Jackson, SG e as inevitáveis Gibson de Les Paul.

Com 6 cordas, dedilham-se sonoridades únicas, e para um bom apreciador, nada como um gemido corrido tão único e intenso.

O som torna-se mais longo ou mais curto, mais alto ou pelo contrario mais curto, através da arte de manusear as cordas. A forma como são agarradas, percorridas no braço da guitarra, e a forma como muitas vezes e de forma frenética são exercitadas, tornam este instrumento de uma beleza extraordinária.

As modificações elétricas podem ser variadas. Para que o som possa controlado, existem pedais compactos, ou o trabalho pode ser feito através do amplificador que tenha os efeitos embutidos.

Mesmo para os que não conseguem ou não tem a intenção de aprender a ler uma pauta e transformar as notas musicais escritas em acordes audíveis, o som estridente da guitarra elétrico é único.

Para esta arte única, distinguem-se todos os anos os melhores guitarristas do mundo.

Entre eles, Jimi Hendrix, Jimmy Page (Led Zeppelin), Eric Clapton, Keith Richards (Rolling Stones), Kirk Hammet (Metallica), Joe Satriani, Slsh (Guns n’ Roses), Ritchie Sambora (Bon Jovi), Eddie Van Halen, entre milhares de outros que fazem tocar as cordas de uma guitarra de forma inigualável e única.


Carla Horta

Título: O som único da Guitarrada Eléctrica

Autor: Carla Horta (todos os textos)

Visitas: 0

665 

Imagem por: hugochisholm

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    13-05-2014 às 20:46:34

    Aprecio muito o som da guitarra elétrica. Adorei seu texto e acredito que eles são até mais nítidos que o violão e muito mais envolvente.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - O som único da Guitarrada Eléctrica

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Os descendentes de Eça

Ler próximo texto...

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Imagem por: hugochisholm

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios