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Fotografias ao domicílio

Categoria: Fotografia
Visitas: 4
Comentários: 1
Fotografias ao domicílio

Ser fotógrafo pode ser por vezes uma grande paixão. As fotografias são lembranças que ficam para a vida e nos fazem recordar dos belos tempos que se passaram. Representam boas e más recordações consoante os sentimentos que se tenham quando de recordam. Tirar fotografias è um acto que todas as pessoas fazem desde crianças.

Logo ao nascer os pais tiram fotografias aos filhos para relembrar as fases do seu crescimento. Elas são guardadas com carinho ou emolduradas em bonitas molduras ou quadros de parede. Postas em álbuns próprios para o efeito são o que de melhor se pode recordar pela vida fora. Rara é a pessoa que não tem as suas fotos no recanto do seu quarto ou na sala para serem visíveis às visitas. Ficam bem em qualquer lugar da casa e há quem prefira tê-las em privado ou expostas num quadro ou um móvel para o efeito.

Mas para ter estes preciosos objectos em casa é necessário ter uma máquina fotográfica de qualidade para valorizar a imagem de quem as tira. E, apesar de haver quem tenha boas máquinas fotográficas não dispensa os serviços de um bom fotógrafo ao domicílio. Estes prestam um serviço de qualidade e sem grandes encargos. Normalmente vão às escolas tirar fotografias a todas as crianças para que fique uma boa recordação dos amigos e da escola.

Os casamentos também não dispensam os seus serviços por ser considerado um dia especial e a relembrar por todos. Bem como cerimónias de baptizados, festas de aniversário, eventos especiais, época natalícia ou outras. São datas que ninguém deixa passar sem as recordar mais tarde. Os fotógrafos ao domicílio para além de terem máquina altamente especializada escolhem a melhor posição a adoptar na foto, retocam cabelos e sabem as técnicas de luz que melhor se adaptam ao sucesso da foto. Estas são sem sombra de dúvida de melhor qualidade do que as tiradas por um amador. Algumas parecem mesmo reais e valorizam em muito a imagem das pessoas.

È por isso que o seu preço compensa porque pode até escolher-se entre várias as melhores. Há quem faça da fotografia uma profissão e um hobby, pois pode utilizar-se uma boa foto para expor numa revista, galeria, fazer quadros, exposições junto com pintura ou mesmo vendê-las para espaços públicos. As paisagens e lugares com tradição são as preferidas. Não é raro verem-se nos roteiros turísticos servindo de atracção para possíveis programas turísticos.


Teresa Maria Batista Gil

Título: Fotografias ao domicílio

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

Visitas: 4

698 

Imagem por: Inno'vision

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    05-05-2014 às 03:57:23

    Tão bom quanto tirar fotos são as recordações que ficam dos vários momentos que temos ao lado de quem amamos. E, depois com elas podemos reviver cada um. Nem precisa saber muito sobre câmeras, apenas o necessário!

    ¬ Responder

Comentários - Fotografias ao domicílio

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

Imagem por: Inno'vision

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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