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Mesopotâmia - Arte da Acádia

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Arte
Visitas: 62
Mesopotâmia - Arte da Acádia

O cultivo e o armazenamento das colheitas e a domesticação dos animais possibilitaram o desenvolvimento da civilização. Os povos iniciaram a construção de habitações permanentes. O desenvolvimento das cidades possibilitou mudanças sobre a vida dos habitantes, e, em particular, a produção de obra de arte. A Mesopotâmia oferecia ao agricultor oportunidades do cultivo devido aos rios Tigre e Eufrates e seus afluentes. Começaram a dominar as técnicas de irrigação. Inventaram a roda e o arado.

À medida que estas civilizações cresciam, evoluíram para cidades-estado, com a respetiva organização social. A administração que acompanhou esta organização social gerou o sistema de escrita conhecida como cuneiformes. Este sistema foi usado em contabilidade e no poema épico da suméria, Gilgamesh. A falta de pedra leva-os a usar tijolos secos ao Sol.

De Tell Halaf vemos surgir o apogeu da cerâmica pintada, gosto pelo geometrizante e suásticas, a Uruk, declínio da arte ceramista por causa da invenção da roda de oleiro, produção em massa, e a Djemdet Nasr, contactos com Egito pré-faraónico.
A arquitetura religiosa das cidades: os templos em terraço e santuários em terraço alto, a Zigurate. Significa “cume da montanha” ou “elevação”. Torre ou colina piramidal comum aos assírios, babilónio e sumérios. Constituída em tijolo de adobe. Poderia ter escadaria ou rampa de acesso em espiral, que contornava a construção em grande declive. No topo ficavam os santuários. Estas pirâmides representavam o encontro do céu com a terra. Acreditava-se que era a morado dos deuses. As plataformas podiam ser retangulares, ovais e quadrados.

A arte da Acádia surge com uma noção de espacialidade nas estelas – estela Naramsin. Surgem os cilindros-selos com cenas de apresentação, paisagens com animais, árvores da vida e lutas com forças da natureza.

Os cilindros-selos eram usados para a decoração de jarros. Eram objetos cilíndricos, normalmente feitos de pedra, com um orifício atravessando o interior de lado a lado. O escultor gravava um desenho sobre a superfície do selo, que depois era impresso na argila fresca revelando a imagem contrária em relevo, que se repetia à medida que o cilindro era rolado sobre a argila. Os temas eram divinos, animalescos ou atividades quotidianos.


Daniela Vicente

Título: Mesopotâmia - Arte da Acádia

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

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Comentários - Mesopotâmia - Arte da Acádia

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Como fazer disfarces de Carnaval

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Vestuário
Como fazer disfarces de Carnaval\"Rua
O ano começa e depressa chega uma data muito ansiada principalmente pelos mais jovens: o desejado Carnaval!

Esta é uma data que os pequenos adoram e deliram com as fantasias. O problema maior é a despesa que os disfarces representam e no ano seguinte já não usarão o mesmo disfarce ou, no caso dos mais pequenos, já não lhes serve.
O melhor nesta data é mesmo reciclar e aprender a fazer disfarces caseiros utilizando truques mais económicos e materiais reciclados para preparar as fantasias dos pequenitos!

Uma sugestão para os meninos é o traje de pirata que pode facilmente ser criado a partir de peças que tenha em casa. Procure uma camisa de tamanho grande e, de preferência, de cor branca com folhos. Se não tiver uma camisa com estas características facilmente encontrará um modelo destes no guarda-vestidos de alguma familiar, talvez da avó.

Precisará de um colete preto. Na falta do colete pode utilizar um casaco preto que esteja curto, rasgue as mangas pelas costuras dos ombros. As calças devem ser velhas e pretas para poderem ser cortadas na zona das pernas para envelhecer a peça. Coloque um lenço preto ou vermelho na cabeça do menino e, de seguida, com um elástico preto e um pouco de velcro tape um dos olhos.

Para as meninas não faltam ideias originais para fazer disfarces bonitos e especiais para este dia. Uma ideia original é a fantasia de Flinstone. É muito fácil e prática de fazer e fica um disfarce muito bonito. Comece por arranjar um pedaço de tecido branco. Coloque o tecido em volta do corpo como uma toalha de banho e depois amarre num dos braços fazendo uma alça. Depois corte as pontas em ziguezague mantendo um lado mais comprido que o outro. Amarre o cabelo da menina todo no cimo da cabeça, como se estivesse a fazer um rabo-de-cavalo mas alteie-o mais. Com o auxílio de um pente frise o cabelo, pegando nas pontas e passando o pente em sentido contrário até que fique todo despenteado. Numa loja de disfarces compre um osso de plástico e prenda na fita da criança.

Pegue nos materiais, puxe pela imaginação e ponha mãos ao trabalho!

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    09-06-2014 às 04:01:21

    Não em carnaval, mas em bailes de fantasia, sempre usei o TNT. Eles são ótimos para trabalhar o corte, para costurar e deixa bem bonito!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

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