Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Outros > O que são relãmpagos?

O que são relãmpagos?

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
O que são relãmpagos?

Os relâmpagos ocorrem sempre que parte de uma nuvem atinge uma carga elétrica excessiva, positiva ou negativa, que é suficientemente forte para quebrar a resistência do ar circundante.

Normalmente,este processo que leva aos relâmpagos é uma rutura preliminar no interior da nuvem entre a área superior da carga positiva e a inferior, de carga negativa.

As diferentes cargas são geradas pelo arrefecimento até temperaturas negativas, que colidem com cristais de gelo.

A polarização das cargas forma um canal de ar ionizado, em que as moléculas e átomos neutros adquirem carga elétrica, através do qual um primeiro raio se propaga até ao solo.

Quando este raio inicial atinge a terra, verifica-se uma descarga de conexão ascendente de polaridade oposta, que se cruza com ele gerando uma descarga de retorno que por sua vez volta para a nuvem através do canal , criando um clarão bem visível e assustador.

Esta sequência de descargas ocorrem três ou quatro vezes por raio, muito rápidamente.

O mais espetacular deste processo é que o raio de retorno pode conter correntes até ceca de trinta mil amperes e atingir os 30 mil graus centígrades.

O primeiro raio que aparece pode atingir o solo em apenas dez milissegundos e o raio de resposta atinge a nuvem em cem microsegundos.
Porêm, os raios, não ocorrem só entre núvens mas também no interior de uma só nuvem. Na verdade a maior parte dos raios a nível mundial são entrenuvens, com canais de descarga de carga positiva e negativa no seu interior.

A maior parte dos raios ocorre a muitos quilómetros acima da Terra, na chamada atmosfera superior.

Os raios contêm uma grande quantidade de energia em curto espaço de tempo, com as respetivas descargas a ocorrerem em escassos milissegundos.
No entanto, eles surgem esporádicamente no mesmo local e raramente este é atingido duas vezes. Isto significa que eles percorrem diferentes espaços do mundo e nem sempre aparecem nos mesmos.

Uma das particularidades dos raios é que apenas são vistos por satélites e são gerados na atmosfera superior da Terra.

Muito longe de serem uniformes, os raios são também um fenómeno imprevisível e divididos em vérios tipos.

Os mais frequentes são os raios em fita que ocorrem apenas em grandes tempestades e fortes ventos, os raios staccato, incrívelmente luminoso, os raios difusos, provocando iluminação difusa, os megarraios e os raios em bola, que se deslocam como o vento.

As hipóteses de alguém ser atingido por um raio são maiores do que se possa imaginar, sendo de uma em 3 milhões.

Os locais mais perigosos e mais atingidos por trovoadas fortes são os trópicos, em que ocorrem mais de 70% deles.

Por exemplo na Venezuela, acima do rio Catatumbo, há relâmpagos várias vezes por minuto em 160 noites do ano. Mas a povoação de Kifuka, é com efeito a mais atingida na Terra, com uma estimativa de 158 raios por quilómetro quadrado, por ano.


Pedro gil Ferreira

Título: O que são relãmpagos?

Autor: Pedro gil Ferreira (todos os textos)

Visitas: 0

608 

Comentários - O que são relãmpagos?

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Os descendentes de Eça

Ler próximo texto...

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios