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A Catedral de Notre Dame

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Arte
Comentários: 1
A Catedral de Notre Dame

A Catedral de Notre Dame em Paris é a mais sumptuosa igreja, construída em toda a era gótica.
Não haja dúvida que a arte gótica é de uma rara beleza, muito exótica, caracterizada por rendilhados muito bonitos, esculturas, colunas e vitrais raros.

A igreja catedral de Nossa Senhora, conhecida por categdral de Notre Dame, ergue-se na Ile de la cité, local préviamente ocupado por duas antigas igrejas, dedicadas a Santo Estêvão e a Santa Maria, cujas origens remontam ao século V.

Contudo, a construção desta igreja iniciou-se só no século XII , tornando-se um modelo para as catedrais góticas da Europa.

O seu tamanho parece muito maior do que é, devido às suas naves laterais duplas e capelas laterais . As suas torres de modelo ocidental contêm enormes portais altamente decorados, com detalhes esculturais.

O que distingue esta catedral é o fato de ter uma distinta flexa de madeira e chumbo, em vez de uma torre central. Os telhados são compostos por 1.326 placas de chumbo, que pesam cerca de 200 toneladas.

Ela é tão conhecida e bela que desde sempre foi visitada por imensos peregrinos, que aí afluíam a fim de ver a milagrosa imagem de Santa Maria, o santuário e São Marcelo.
Durante a revolução Francesa foi demolida, tendo sido profundamente restaurada pelo arquiteto Viollet-le-Duc, que lhe imprimiu a imagem atual.

A sua excepcional beleza distinguíu-a sempre das outras, da mesma época e contuinua a ser ainda hoje associada ao romance de Vitor Hugo, chamado "o Corcunda de Notre Dame".
Apesar do seu interesse turístico , é também uma igreja funcional, com um design muito bonito.

Além de local turístico, é um templo religioso, e ainda a igreja-mãe de uma diocese, e um centro de peregrinação.

O seu interior alberga um tesouro, coro, estátua de Santa Maria, galo de cobre, altar e naves laterais.
Uma distintivo primordial é que catedral recebe a coroa de espinhos de Cristo, que Napoleão ofereceu. Ainda hoje é exibida, sempre na primeira sexta-feira do mês, o que faz com que ocorra muito mais gente afim de assistir.

Além de ter uma grande importância a nível arquitetónico, o seu interior é riquíssimo e decorado com famosos vitrais medievais.

Foi ainda considerada o primeiro templo da razão, onde o ser supremo de robespierre foi adorado. Isto porque, antigamente o napoleão era adorado com um ser superior e supremo.


Pedro gil Ferreira

Título: A Catedral de Notre Dame

Autor: Pedro gil Ferreira (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Daniela VicenteDaniela Vicente

    17-09-2012 às 20:36:54

    eu já fui à catedral de Notre Dame, em Paris, no ano passado, eu fiquei muito contente por ter visto aquele ícone do gótico parisiense. e foi muito engraçado estar numa ilha no meio de Paris, rodeada pelos lados pelo rio. por fora, o edifício parece maior do que o interior ao que temos acessos, fiquei um pouco desiludida com o interior. gostei, contudo, dos espectáculos com uma índole religiosa. parabéns pelo seu texto.

    ¬ Responder

Comentários - A Catedral de Notre Dame

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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