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O Graffiti ou arte de rua

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Arte
Visitas: 4
Comentários: 1
O Graffiti ou arte de rua

O graffiti desde sempre existiu pois desde a pré-história que as pessoas escrevem ou pintam em paredes. Aliás esta foi a primeira forma de arte, em que o homem tentava comunicar através dos seus desenhos e escrita. Começou por escrever com o sangue dos animais que caçava, nas paredes das cavernas. Depois à medida que se foi aperfeicoando pinta com outros materiais. No entanto, os sentimentos que pretende transmitir na arte ou pintura são os mesmos de hoje.

Toda a arte, seja de rua, urbana ou tela, é apenas um modo de reflectir sentimentos e emoções. Por isso ela assume diferentes temas, cores e realidades mais ou menos distorcidas.




Os desenhos, letras e cores têm um significado especial para o artista que pinta. Pode estar a querer transmitir sentimentos de trizteza, raiva emoções ou acontecimentos ligados ao passado longínquo. Um passado que não se esquece e tenta relembrar através da arte, em que se recriam cenas. Isto é o que faz o graffiti, em especial nalgumas cidades importantes como Londres, Nova Iorque, França ou Espanha. Nelas as lembranças de um passado bem distante são relembradas nos espectaculares graffitis das paredes das ruas, do metro ou das exposições em telas ou mosaicos nas galerias.

Actualmente o graffiti está associado ao HipHop, ao nível da música. Pode dizer-se que o graffiti se tornou mesmo parte da cultura HipHop. E, hoje muitos dos seus grupos musicais também faziam graffiti. Deste modo ambos fazem parte de uma cultura e estão associados.

A musica é tal como a arte uma expressão de sentimentos, por isso eles se completam como cultura.

Há quem considere o graffiti como uma forma de desporto radical, de pessoas que gostam de arriscar. Outros acham que é uma arte diferente,de manifestação, protesto, anti-governamental e contra a sociedade vigente. Porêm ela é de uma rara beleza e expressa a grande sensibilidade dos que a retratam.

Esta é uma arte que está a expandir-se cada vez mais por ser já admirada por muita gente, em especial nas cidades cosmopolitas.

Nela são retratados líderes políticos, como Hitler, cenas de Guerra, rostos célebres ou beldades do cinema, em especial actores.

Em vez de anti-social pode designar-se o graffiti como a mostra de uma realidade que não serve já os ideais de muita gente em todo mundo. E, nos seus quadros pode apreciar-se desenhos magníficos tal como letras e cores.


Pedro gil Ferreira

Título: O Graffiti ou arte de rua

Autor: Pedro gil Ferreira (todos os textos)

Visitas: 4

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Daniela VicenteDaniela Vicente

    17-09-2012 às 20:43:09

    o que existia na pré-história não era graffiti, não pode pensar dessa maneira, pois está muito errado. a arte pré.histórica é linda, remonta aos tempos mais primários do homem na época glaciar. a arte pré-histórica era uma maneira de comunicar o que era importante para eles, como a caça. o poder de caçar um animal para a sua alimentação. para mim, embora de graffiti bem feito, nuca pode ser considerada como uma arte primordial.

    ¬ Responder

Comentários - O Graffiti ou arte de rua

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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