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Galeria da Academia de Florença

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Arte
Visitas: 2
Galeria da Academia de Florença

A Academia de Florença foi fundada em 1563 por Vasari, tornando-se na primeira Academia de Belas-Artes da Europa. Tinha como objetivo unir os artistas para estes trocarem ideias. A partir de 1784, evoluiu para uma sala de exposições e uma escola. Foi fundada a Galeria da Academia, um museu que tinha como fim receber as obras de arte que vinham da escola.

No museu podemos encontrar artistas e obras como: Giovanni di ser Giovanni Guidi, Cortejo nupcial ou Baú Adimari; Sandro Botticelli, Nossa Senhora do mar; Filippino Lippi, São João Batista, Santa Maria Madalena e Deposição da cruz; Pietro Perugino, Assunção da Virgem; Mariotto Albertinelli, A Santíssima Trindade; Giambologna, Rapto das Sabinas; Miguel Ângelo Buonarroti, Prisioneiro chamado escravo jovem, São Mateus, Prisioneiro chamado escravo que desperta, Prisioneiro chamado escravo barbudo, Pietà de Palestrina e David; Santi di Tito, Entrada de Cristo em Jerusalém; Lorenzo Bartolini, o vindimador; Pacino di Bonaguida, A árvore da vida; Taddeo Gaddi, Ressureição; Mariotto di Nardo, Nossa Senhora no trono e santos; Lorenzo Monaco, Nossa Senhora no trono com o Menino e santos, entre outros.

O Rapto de Sabinas, de Giambologna, é uma escultura, onde um jovem eleva uma mulher. Entre as pernas do jovem, está um homem agachado. Cada figura tem um significado para o artista: o jovem representa a juventude, a mulher a delicadeza feminina e homem agachado a velhice.
O famoso David de Miguel Ângelo Buonarroti representa o futuro rei de Israel, imitando um herói grego, David, que mata Golias. Ainda segura na mão a pedra, ou seja, a ação ainda não aconteceu.

A árvore da vida, de Pacino di Bonaguida, mostra a crucificação e a genealogia de Cristo. A cruz é feita pela árvore genealógica e das suas ramificações surgem várias cenas bíblicas. O artista demonstra nesta obra uma grande qualidade na arte miniaturista.
O políptico de Mariotto di Nardo, Nossa Senhora no trono e santos, mostra, no centro, a Nossa Senhora com o menino com anjos a rodear o seu trono. À esquerda está São Lourenço e São João, e à direita, São Tiago e São Sebastião. Nas cúspides podemos ver cenas da Paixão de Cristo. Na predela estão cenas da Virgem.

Daniela Vicente

Título: Galeria da Academia de Florença

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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Título:Martelos e marrettas

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