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A arte barroca e nova mentalidade

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Arte
Comentários: 1
A arte barroca e nova mentalidade

O barroco é um estilo de arte diferente das outras e teve o seu início no século XVII.
Este estilo de arte iniciou-se primeiro em Itália, nomeadamente em roma, e, só depois se expandiu para os otros mundos, ou continentes.

Esta é uma arte de rara beleza, e caracteriza-se pela sua exuberâbncia de corativa, ausência de espaços vazios, ideia de movimento e cores douradas.

É essencialmente uma arte que se dirige aos sentidos, procurando acima de tudo provocar emoção e deslumbramento.

A simplicidade, característica das outras artes, bem como a harmonia e o equilíbrio, típico do renascimento, foram abandonadas.

A arte barroca, expressa na pintura grande exuberância e ostentação, características desta época.. assim são pintados grandiosos quadros, onde se retratavam as famílias da nobreza, muito ricas.

as grandes personalidades realçavam nos quadros, que apresentavam contrastes de luz, cor e sombra.

Na escultura era explorado, o dramatismo das figuras representadas, que procuravam sucitar os sentimentos de quem as observava.

Na arquitetura destacaram-se igrejas com fachadas sobrecarregadas de ornamentos, limhas, curvas e contra-curvas, que davam ideia de movimento. Os interiores eram também ricamente decorados.

esta arte está ligada ao ouro do Brasil em que na marca dos artistas, se sentia o efeito da talha dourada e dos painéis de azulejos.

Estes embelezavam as igrejas, salões, escadarias e jardins da corte e dos palácios.

Assim, as formas de arte do barroco, surgiram associadas aos bailes e espetáculos da corte, dos quais a música e a ópera eram componentes muito importantes.

Foi nesta época que ficaram famosos os bailes do Palácio de Queluz, o gosto pelas cerimónias faustosas e as cenas de Teatro da época.

Os coches eram revestidos de talha dourada, mobiliário e ourivesaria, sinais que denotam a sumptuosidade que caracteriza a corte.

Na verdadepode considerar-se uma arte espetacular, rica e faustosa, que servia a igreja católica, para atraír mais fiéis do que os reias absolutistas.

Deste modo, os reis, tanto em Portugal, como no resto da europa, fizeram construír Palácios, praças, ergueram estátuas e fizeam muitos retratos.

Desta mentalidade e arte, destacaram-se nomes como o de Bernini, Borromini, Rúbenes, Vélasquez ou Rembrandt.

O mais incrível, foi sem dúvida a sua rara e sumptuosa beleza e riqueza, que nunca se esquece.


Teresa Maria Batista Gil

Título: A arte barroca e nova mentalidade

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Daniela VicenteDaniela Vicente

    17-09-2012 às 20:22:11

    eu gosto muito do barroco, embora seja um movimento ligado à Igreja. é de uma exuberância decorativa espectacular. quem não fica apaixonado pelo talha dourada? a igreja de São Roque e o Convento de Mafra são dois óptimos exemplos onde o Barroco se acentua. é um dos movimentos que eu gostava de estudara a fundo, mas o barroco português. parabéns pelo seu texto. embora não esqueçamos nomes como Velásquez. nomes incontornáveis.

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Comentários - A arte barroca e nova mentalidade

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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