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Museu de Grão Vasco

Categoria: Arte
Comentários: 1
Museu de Grão Vasco

O Museu de Grão Vasco é um privelegiado lugar de um estudo da cultura que abarca toda a época de quinhentos, fazendo a transição do século XV, para o século XVI, ou seja da idade Média para a Moderna.

Este imponente edifício que é hoje o Museu, foi construído na última década do século XVI, no tempo que governava na diocese de Viseu, os bispos D. Nuno de Noronha e Frei D. António Sousa.

Juntamente com a bela catedral de Viseu, forma um conjunto arquitetónico tão singular, que marcou profundamente o perfil da cidade.

O Paço dos três escalões, como foi designado, foi também designado de Seminário e Paço Episcopal até ao século XIX. Depois, cumpriu outras missões de caráter cívico e de utilidade pública.

O edifício estabeleceu-se na cudade em 1916 é é atualmente, um notável escrínio de arte, guardando coleções diversificadas e significativas de espaço e tempo, da cultura portuguesa.

As suas coleções são notáveis, em especial na pintura, em que sobressai a coleção de Primitivos, A Escola de Viseu, aguarelas e cenas naturalistas.

Na escultura, alberga a notável coleção de Imaginária da Escola de Coimbra, e riquíssimas imagens de madeira estofada e policromada do século XV e XVI.

Ao nível do mobiliário, contêm um conjunto de peças singulares artísticas, desde cómodas a bufetes, sofás, cadeiras e cómodas papeleiras.

Na cerãmica destaca-se raros exemplares de cerâmica portuguesa do século XVi e XVII e lindas porcelanas das ìndias e da Vista Alegre.

Além destas, a ourivesaria oferece excelentes peças artísticas, custódias, cálices, bules, fruteiras e lavandas.

É ilustrado com preciosas peças do século XVI e XVII, especialmente coleções de Cristos.
O formidável suporte documental, consta da pintura de Vasco Fernandes, o chamado Grâo Vasco, que reflete o quadro social e economico de uma época de grande abertura ao conhecimento.

Refere-se que neste período, do século, já viajavam as ideias e as mercadorias, típicas dos Descobrimentos Portugueses.

Os objetos litúrgicos fortemente evovcativos da mesma época, completam a lição de pintura e registo de uma sociedade articulada em determinado tempo e lugar.

Para quem pretende visitar este museu famoso, o serviço de educação do Museu, está contactável através de ofício, fax e telefone e proporciona visitas guiadas, que são particularmente dirigidas a grupos escolares e mantêm contacto com professores, a quem distribuem material de apoio às mesmas.

A parte histórica, onde se situa o museu grão Vasco é palco de visitas de turistas e realização de festas e eventos, sobretudo no verão, em que há muitas festas da cidade e a famosa Feira Franca, muito conhecida e frequentada no mês de Agosto e Setembro.


Teresa Maria Batista Gil

Título: Museu de Grão Vasco

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Teresa Maria Batista GilTeresa Maria Batista Gil

    18-09-2012 às 14:57:18

    O Museu de Grão Vasco está localizado junto da Séu de Viseu, muito próximo do Rossio.è visitado por muita gente, em virtude de reunir obras de Grão Vasco e de pintores famosos.Contêm uma bela coleção de quadros que contribuem para a riqueza e beleza deste museu.Além de ser um museu conhecido por todo o mundo, oferece a possibilidade de ser visitado frequentemente por professores e alunos da cidade de Viseu, para atividades escolares.

    ¬ Responder

Comentários - Museu de Grão Vasco

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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