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O que ter em conta na compra de um projector

Categoria: TV HIFI
Comentários: 1
O que ter em conta na compra de um projector

Um projector, como o próprio nome indica, é um aparelho que projecta a imagem numa tela ou na parede através de um sistema de lentes.

Nos dias de hoje, os projectores são uma alternativa às televisões ou ainda aos sistemas de home-theatre. Por vezes, a reunião de uma grande quantidade de pessoas à volta de um ecrã exige um espaço de visualização maior.

Assim o projector é um óptimo substituto da televisão e são já muito comuns em bares, restaurantes ou discotecas. 

Além da componente lúdica, os projectores são também cada vez mais usado em reuniões, conferências ou ainda nas salas de aula, uma vez que podem ser preciosos auxiliares para a formação e motivação de grupos.

Aquando da aquisição de um projector, há que ter diversos factores em conta. A definição é, provavelmente, o factor mais importante, mas deve-se ter também em atenção a potência da luz, a capacidade do próprio projector em corrigir eventuais inconsistências ou ainda o contraste de projecção.

Esta tecnologia, que viu o seu desenvolvimento surgir com o advento do cinema, é comummente utilizada desde há muitos anos, mas existe agora uma massificação deste produto que, apesar de perder alguma qualidade de visualização, pode ganhar muito em termos de tamanho de ecrã e de mobilidade do mesmo.


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Título: O que ter em conta na compra de um projector

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    04-06-2014 às 06:56:42

    Os projetores são ótimas alternativas para uma aula, como também para transmissão de um jogo com os amigos reunidos. Enfim, há inúmeras utilidades!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - O que ter em conta na compra de um projector

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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