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O som de uma televisão

Categoria: TV HIFI
Visitas: 6
Comentários: 2
O som de uma televisão

A televisão há muito que deixou de ser, se é que alguma vez o foi, um simples aparelho transmissor de informação e entretenimento, tendo angariado, para além de uma plateia “devota” e fiel, relações de afectividade incondicional com os seus espectadores. Os produtores e realizadores aproveitam-se, como é óbvio, desta fragilidade emocional para induzir sensações e conseguir uma envolvência sentimental do grande público.

Por contraditório que possa parecer, no audiovisual o som reveste-se de maior preponderância do que a imagem. Embora sejam duas faces da mesma moeda, pode seguir-se um programa televisivo apenas escutando; pelo contrário, atentando a uma imagem desprovida de som, perde-se, regra geral, a substância do conteúdo. O realizador George Lucas atesta que o som, e em especial a banda sonora (que é composta por efeitos sonoros, voz, música e momentos de silêncio) de uma obra, corresponde a 50 por cento do produto final.

O som desempenha várias funções no audiovisual, sendo arauto de diversos sentimentos à assistência. Por outro lado, não permite distinguir os diferentes elementos que uma cena torna visíveis, pelo que, percepcionado como um todo, não é propício a uma análise crítica. Esta acção inconsciente provocada no espectador pode ser manipulada de forma a produzir nele as impressões e os comportamentos desejados.

Hi-fi é um termo surgido na década de 60 do século XX, para denominar a capacidade de um aparelho reproduzir sons de Lp’s, cassetes e rádio com o máximo de fidelidade, isto é, equivalentes ao original. Para os amantes do som, um kit de cinema em casa pode não evidenciar qualidade suficiente, especialmente no que concerne à audição de música estéreo. Para colmatar esta situação, o investimento num bom amplificador de áudio e vídeo e num conjunto de colunas surround aparece como uma saída. Mas, atenção! Os vendedores tentam, muitas vezes, persuadir a compra de cabos mais caros, alegando a distinção de um som superior, o que não encontra confirmação por parte dos entendidos nestas matérias.

Abafar certos sons é o que pretendem algumas facções governativas, pelo que fizeram sair, recentemente, um regulamento que proíbe as mensagens de rodapé durante a emissão dos telejornais, por ser considerada poluição visual. É claro que «para grandes males, grandes remédios», e há já quem pondere veicular tais recados através de post-it. Outra alternativa pode assentar na concepção de um cenário suigéneres que, por detrás do pivot, vá ilustrando os assuntos em causa. Alguns apresentadores ficariam realmente bem, quer pelas suas características físicas, quer pelos respectivos “tiques” profissionais, a “mergulhar” em tais “lodos” informativos…



Maria Bijóias

Título: O som de uma televisão

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    04-06-2014 às 00:05:56

    Até mesmo acessar a internet por meio da televisão é possível. Aquelas telas em LCD transmitem um som fenomenal, o que deixa muitas pessoas com uma enorme vontade de adquiri-la a qualquer custo! Para assistir ao jogo, então, nem se fale!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoTelma Delfina

    21-05-2009 às 00:52:24

    TV HIFI é muito importante na nossa vida. Vivemos 7 pessoas numa relote no alentejo. Foi bonito srª maria o que escreveu. Fiquei muito emocionado

    ¬ Responder

Comentários - O som de uma televisão

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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