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A influência da televisão na educação

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: TV HIFI
Visitas: 104
Comentários: 11
A influência da televisão na educação

É impossível conter os passos da tecnologia ou retroceder aos avanços que já adquirimos. A televisão é sem dúvida um divisor de época e propagador de cultura. Mas que cultura a televisão contemporânea tem propagado?

A discussão em torno da influência da televisão na educação e na vida de jovens e crianças é bastante controversa. Há os radicais que delegam à televisão os problemas da violência urbana, dos crimes, do consumismo, dos casos de gravidez na adolescência registrados em alguns países subdesenvolvidos entre outros problemas da nossa sociedade moderna. E há os que negam qualquer influência da televisão, alegando ser dos pais o dever de selecionar os programas, horários e canais adequados aos seus filhos.

A verdade é que a arte se inspira na vida e a vida imita a arte. Logo, a televisão forma muitos conceitos e serve de exemplo para as tendências modernas.

Os jovens e as crianças que ainda estão testando hipóteses, formulando conceitos e formando suas personalidades ao se depararem com determinadas situações apresentadas pela televisão em alguns programas, acabam por assimilar de forma negativa o que lhes é apresentado, imitando o modelo observado, de forma não crítica e sem filtros.

Ao assistirem programas violentos e filmes que valorizam as ideias de preconceito, diferença, falta de ética e intolerância os jovens acabam por aceitar tais pré-conceitos e, ao se depararem com situações semelhantes no dia a dia, encaram-nas com naturalidade e, no futuro, serão reprodutores de tais ações. Por este lado, a televisão está contribuindo negativamente no processo de formação dos educandos.

Contudo devemos observar que a televisão é um meio tecnológico de grande potencial para auxiliar na educação. Por isso, é fundamental que os responsáveis por ela transformem este canal de informação num ambiente em que se possa aprender de fato a valorizar o ser humano, a arte, a cultura e a vida em todas as suas formas.

Não negar ou omitir a realidade, mas proporcionar mais momentos informativos, documentais e imparciais.

Fora isso, o papel do educador e dos pais diante da realidade que dispõem é proporcionar em sala de aula e em casa momentos de discussão sobre os programas da televisão a fim de formar cidadãos críticos a ponto de escolherem o que lhes é favorável, bom e prazeroso assistir, separando do que lhes é negativo, sensacionalista e imparcial.


Rosana Fernandes

Título: A influência da televisão na educação

Autor: Rosana Fernandes (todos os textos)

Visitas: 104

799 

Imagem por: paPisc

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Comentários     ( 11 )    recentes

  • Briana AlvesBriana

    22-09-2014 às 21:59:08

    A televisão tem grande influência na sociedade. Infelizmente, são muitos os canais que só oferecem programas de baixo nível. É preciso resgatar a televisão de antigamente, apesar que o público gosta do que não presta mesmo.

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    03-06-2014 às 23:43:07

    Infelizmente, a influência da televisão na vida das pessoas têm sido péssima. Salvo alguns programas de educação que são excelentes, mas é preciso funilar muito até encontrar. Nossa educação por meio televiso está precário ainda.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoVanessa

    30-01-2013 às 07:53:22

    qual o ano que fui publicado esse texto?

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãord

    12-05-2014 às 18:57:19

    foi publicado em 2010

    ¬ Responder
  • Sofia NunesSofia Nunes

    14-09-2012 às 11:51:27

    Esta é uma temática sensível. Se o papel da televisão sobre os adultos deve ser bem analisado, a sua influência na educação e formação das crianças é um assunto mais delicado. A televisão bombardeia-nos com imagens que não temos tempo para processar, o que tolda o espírito crítico e, a longo prazo, o entorpece. As imagens de violência podem parecer como banais e as relações humanas surgem distorcidas, sendo necessária restrição ao consumo de televisão.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãodayane

    11-09-2012 às 21:44:36

    otimo esse texto me ajudou muitooo...

    ¬ Responder
  • tania

    17-07-2012 às 20:22:19

    preciso saber mais sobre a influencia da tv na educação,é o tema do meu tcc

    ¬ Responder
  • edy

    22-06-2014 às 20:27:47

    é tema do meu também...

    ¬ Responder
  • maelmamaelma

    14-06-2012 às 21:46:32

    e ,, muito enteresant falar sobre este assunto foi bem colocado

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãodudinha

    02-05-2012 às 23:51:10

    é verdade gostei dessa mensagem sobre a influência, muitos jovens não sabem o limite para assistir televisão. Tem muitos filmes com muita violência, com pornografia . Que crianças não podem ver e acabam vendo.

    ¬ Responder
  • Renata meloRenata melo

    02-03-2010 às 13:14:06

    Adorei o seu texto!!!continue assim. bju e fica com Deus!
    by: Renata Melo

    ¬ Responder

Comentários - A influência da televisão na educação

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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