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Como saber se tenho Fobia? Esclareça suas dúvidas

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
Comentários: 1
Como saber se tenho Fobia? Esclareça suas dúvidas

Você sente aquela sensação ruim de algo vai acontecer, aquele incômodo perante um objeto, de uma pessoa, animal ou até mesmo uma situação? É o medo, que opera como uma espécie de defesa quando um indivíduo se encontra com algo que, para ele, é uma ameaça, seja ela física ou psicológica.

O medo, apesar de ser um sentimento comum, pode se transformar em um distúrbio a partir do momento em que ele é persistente e excessivo. A fobia vira algo exagerado e irracional. Dessa forma, a pessoa sempre irá tentar evitar o que o ativa aquela sensação de medo e superará as situações e objetos temidos com grande ansiedade e angústia. Se para você andar de elevador é normal, por exemplo, para quem tem claustrofobia pode causar um grande desconforto.

As pessoas que têm algum tipo de fobia, a sensação de medo vem associada à uma ansiedade intensa e em alguns casos, acontecem até sintomas físicos como por exemplo: taquicardia, vertigens, suor excessivo, tremores ou até crises de pânico.

A fobia não tem idade para aparecer, o transtorno pode atingir crianças ou adultos e sua intensidade vária de pessoa para pessoa. É possível que a pessoa que sofra com algum tipo de fobia, tenha uma vida normal e não sofra com os efeitos negativos desse transtorno. Existem três tipos de fobia: agorafobia, fobia social e as fobias específicas. Saiba um pouco sobre cada tipo.

Agorafobia – É um transtorno de ansiedade que normalmente está aliado a crises de pânico. A pessoa fica com medo de estar em lugares fechados ou em ocasiões em que seria difícil escapar ou receber socorro caso aconteça alguma emergência. O agorafóbico evita elevadores, lugares com grande aglomeração de pessoas como cinemas, shoppings, shows, enfrentar engarrafamentos, estar em ônibus, aviões, metrô, passar por túneis e pontes. Em casos mais graves, o medo excessivo pode atrapalhar a vida social e profissional de uma pessoa.

Fobia social – É comum sentir ansiedade e apreensão quando é preciso se expor publicamente. Mas para as pessoas que sofrem com a fobia social, atividades como trabalhar, escrever ou falar na frente de outras pessoas causam pavor. O contato com outras pessoas pode ser encarado como uma ameaça, pois pode provocar uma situação de humilhação.

Fobias específicas – A lista de fobias especificas é enorme. Algumas delas são relacionadas a animais, objetos e situações bem conhecidas enquanto outras podem parecer bem estranhas. Medo de altura, de baratas, cobras, cachorros, abelhas, medo de dentista, de injeção, de escuridão, de trovão. Veja alguns exemplos de fobias curiosas:
- Ablutofobia: medo de lavar-se ou de tomar banho.
- Anuptafobia: medo de ficar solteiro (a).
- Astenofobia: medo de desmaiar.
- Brontofobia: medo de trovões e relâmpagos.
- Coulrofobia: medo de palhaços.
- Eisoptrofobia: medo de espelhos ou de se ver no espelho.
- Iatrofobia: medo de ir ao médico.
- Levofobia: medo das coisas que ficam ao lado esquerdo da pessoa.
- Tripanofobia: medo de injeção.
- Unatractifobia: medo de pessoas feias.
- Hipnofobia: medo de dormir; horror ao sono.
- Fonofobia: medo e horror à sua própria voz e pavor de falar alto.
- Fobofobia: medo dos seus próprios medos; de ter algum tipo de fobia.


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Título: Como saber se tenho Fobia? Esclareça suas dúvidas

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Luana

    16-08-2013 às 00:10:49

    Queria saber se teno fobia de cachorro tenho 11 anos e tenho muitoo medo de cachorro quando um cachorro chega perto de mim fico apavorada mesmo sendo filhote...
    me ajudem por favor!

    ¬ Responder

Comentários - Como saber se tenho Fobia? Esclareça suas dúvidas

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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