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Cadeira giratória

Categoria: Mobiliário
Visitas: 6
Comentários: 2
Cadeira giratória

Os profissionais que passam muitas horas sentados durante o seu horário de trabalho devem ter em atenção a sua cadeira de trabalho. Afinal de contas, é nela que irão passar a maior parte do seu tempo de trabalho, e se quisermos extrapolar podemos dizer que é nela que irão passar uma boa parte da sua vida. Já tinha pensado nisso?

Portanto, deve escolher uma cadeira confortável e que lhe permita adoptar uma postura ergonomicamente correcta, de forma a evitar as dores de costas e outros problemas de saúde associados.

Para escritórios a cadeira mais apropriada é a cadeira giratória. Normalmente os profissionais de escritório têm que se movimentar e ter acesso a documentos, arquivos, telefone, gavetas, etc., que normalmente se encontram à sua volta. Sob este ponto de vista, facilmente se verifica que dispondo de uma cadeira giratória a pessoa poderá mover-se em 360º para chegar a tudo o que precisa, sem ter que se levantar da cadeira.

Se pensarmos no número de vezes que um profissional de escritório tem que usar “coisas” que estão à sua volta e voltar a colocá-las no mesmo sítio durante um dia de trabalho, este pormenor (cadeira giratória) pode significar uma grande economia de tempo e consequentemente um significativo aumento de produtividade, dado que a pessoa terá uma maior amplitude de movimentos e poderá realizar essas tarefas mais rápida e facilmente. Além disso, a pessoa irá sentir-se mais confortável na realização das suas tarefas, muitas vezes repetitivas, o que leva ao aumento da sua motivação.

São estes pequenos detalhes que contribuem para motivar os funcionários e melhorar os resultados das organizações.

Ao escolher as cadeiras giratórias para o seu local de trabalho ou escritório tenha também em conta o restante mobiliário, cores, estilos, de forma a escolher cadeiras que encaixem na decoração do espaço em causa.

Já pensou nos inúmeros inconvenientes de trabalhar numa cadeira fixa? Ter de arrastar a cadeira e levantar-se sempre que tem que ir buscar alguma coisa que se encontra à sua volta?

Optar por uma cadeira giratória é sem dúvida a melhor opção para o seu local de trabalho e para melhorar a sua produtividade.


Carlos Vieira

Título: Cadeira giratória

Autor: Carlos Vieira (todos os textos)

Visitas: 6

797 

Imagem por: riceandsoup

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    20-04-2014 às 15:44:43

    A Rua Direita sugere que aqueles que trabalham o dia inteiro devem optar por uma cadeira giratória. Ajuda na postura, são confortáveis e o custo é baixo.

    ¬ Responder
  • christian

    02-10-2013 às 21:12:57

    gostaria de saber o nome desta cadeira onde compro rodas para ela as minhas estão desmanchando ...

    ¬ Responder

Comentários - Cadeira giratória

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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