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O valor de uma terra

Categoria: Imóveis Venda
O valor de uma terra

Ser-se detentor de uma terra constitui uma riqueza inestimável. Quer sejam comprados ou alugados, os terrenos dão azo ao cultivo de alimentos, a passeios, ao contacto com o campo, à formação da fantástica lama que levamos agarrada ao rasto dos sapatos ou botas para dentro de casa, à edificação de sonhos e, porque não, à sua sepultura, como é o caso dos cemitérios.

Enquanto seres terrestres (embora alguns persistam na ilusão de que são autênticos “anjinhos…), o estar responsável por um pedaço de chão é algo que mexe com a natureza intrínseca de cada um.

Trata-se do chamamento das origens, ao qual nem os “ratos de cidade” ficam indiferentes. Para estes sim, na maioria das vezes, dava muito jeito ter uma asinhas…

Engarrafamentos à parte, os terrenos albergam ainda, em variadíssimos locais, coelhos e outras espécies desvairadamente perseguidas por caçadores, uns credenciados e outros fortuitos.

A propósito de caçada, os terrenos foram, num passado ainda recente, palco de verdadeiras “caças ao tesouro”, na busca do dinheiro que as pessoas de mais idade costumavam esconder no quintal.

Hoje em dia, temos formas bastante mais higiénicas e sedutoras de enterrar, literalmente, o capital, como em certas contas poupança e outras aplicações propostas como imensamente rentáveis por instituições bancárias. Graças a estes mesmos Bancos, há muita gente enterrada de dívidas até ao pescoço, com tendência a subir.

O que também vai subindo é o preço dos terrenos, pelo que arrendar pode apresentar-se como uma alternativa mais vantajosa.

Para o meio ambiente, e para a própria harmonia da paisagem, importa que se reduzam os baldios, que em nada aproveitam a ninguém. Seja como for, e enterrando ou desenterrando coisas, o que realmente interessa é ter sempre «os pés bem assentes na terra» …


Rua Direita

Título: O valor de uma terra

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Imagem por: MarvinSiefke

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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