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O valor de uma terra

Categoria: Imóveis Venda
O valor de uma terra

Ser-se detentor de uma terra constitui uma riqueza inestimável. Quer sejam comprados ou alugados, os terrenos dão azo ao cultivo de alimentos, a passeios, ao contacto com o campo, à formação da fantástica lama que levamos agarrada ao rasto dos sapatos ou botas para dentro de casa, à edificação de sonhos e, porque não, à sua sepultura, como é o caso dos cemitérios.

Enquanto seres terrestres (embora alguns persistam na ilusão de que são autênticos “anjinhos…), o estar responsável por um pedaço de chão é algo que mexe com a natureza intrínseca de cada um.

Trata-se do chamamento das origens, ao qual nem os “ratos de cidade” ficam indiferentes. Para estes sim, na maioria das vezes, dava muito jeito ter uma asinhas…

Engarrafamentos à parte, os terrenos albergam ainda, em variadíssimos locais, coelhos e outras espécies desvairadamente perseguidas por caçadores, uns credenciados e outros fortuitos.

A propósito de caçada, os terrenos foram, num passado ainda recente, palco de verdadeiras “caças ao tesouro”, na busca do dinheiro que as pessoas de mais idade costumavam esconder no quintal.

Hoje em dia, temos formas bastante mais higiénicas e sedutoras de enterrar, literalmente, o capital, como em certas contas poupança e outras aplicações propostas como imensamente rentáveis por instituições bancárias. Graças a estes mesmos Bancos, há muita gente enterrada de dívidas até ao pescoço, com tendência a subir.

O que também vai subindo é o preço dos terrenos, pelo que arrendar pode apresentar-se como uma alternativa mais vantajosa.

Para o meio ambiente, e para a própria harmonia da paisagem, importa que se reduzam os baldios, que em nada aproveitam a ninguém. Seja como for, e enterrando ou desenterrando coisas, o que realmente interessa é ter sempre «os pés bem assentes na terra» …


Rua Direita

Título: O valor de uma terra

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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