Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Vestuário > Sabrinas - Como Combinar?

Sabrinas - Como Combinar?

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Vestuário
Visitas: 2
Comentários: 1
Sabrinas - Como Combinar?

As sabrinas são um tipo de calçado confortável, excelentes escolhas para diversos momentos: para uma ida ao centro comercial, um passeio durante o dia, para usar em tempo de aulas e mesmo no escritório, uma vez que se coadunam bem com um look formal. Mas se as sabrinas são boas opções para calçar em tão variados contextos, porque são necessários conselhos para as conjugar?

A resposta está na mesma característica que faz das sabrinas tão versáteis: a sua simplicidade, muitas vezes em demasia. No entanto, mesmo quando são coloridas, com padrão, ou quando seguem as mais recentes tendências (sendo a mais atual as sabrinas bicolores, com a biqueira de uma cor contrastante com o restante corpo da sabrina), podem prejudicar a nossa imagem.

A questão está no nulo volume que este calçado tem, adaptando-se e ajustando-se perfeitamente à forma do pé. Sendo assim, o primeiro conselho no que às sabrinas diz respeito é não as conjugar com casacos e camisolas muito volumosos, uma vez que iriamos ganhar uma forma algo afunilada, nada bem estruturada. O segundo conselho é uma espécie de contrabalanço do primeiro: embora não devamos conjugar sabrinas com camisolas e casacos volumosos, um visual sem volume algum também não é desejável. Assim, quando usamos sabrinas a peça de roupa que deve ser algo volumosa (mas nunca em excesso) é a saia. Existem também calças de cintura subida com algum volume, sendo essas também indicadas num visual de sabrinas.

Mas as dicas continuam. É que as sabrinas, pela sua simplicidade, devem-se fazer acompanhar, senão por cores fortes, pelo menos por padrões e estampados, no restante visual. Vejamos um exemplo elegante: combine umas sabrinas em tom rosa pálido, ou rosa com a biqueira num tom escuro, com uma camisola básica com decote em “V” de cor cinzento-escuro, e uma saia com um ar mais etéreo de padrão rosa e negro. As sabrinas não serão a estrela do visual – essa honra, neste caso caberá à saia- mas contribuirão para o sucesso do mesmo.

Se quer apostar em sabrinas, convém ter pelo menos dois pares em cor neutra, sendo que um deverá ser em tom claro, como bege, e o outro preto. Com bom gosto, as sabrinas podem brilhar!


Sofia Nunes

Título: Sabrinas - Como Combinar?

Autor: Sofia Nunes (todos os textos)

Visitas: 2

642 

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    09-06-2014 às 04:02:30

    Até mesmo as sabrinas temos que saber combinar, pois ajudam a deixar o look mais versátil. Muito boa as dicas!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Sabrinas - Como Combinar?

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Os descendentes de Eça

Ler próximo texto...

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios