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Moda em Tempos de Crise

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Vestuário
Visitas: 2
Comentários: 6
Moda em Tempos de Crise

A escolha do vestuário é por vezes uma tarefa um pouco difícil dado a inúmera variedade de ofertas de estilo que nos são oferecidas pelas agências de moda e lojas de roupa. No entanto não se deve atender à moda em si mas ao físico,ambiente, preço, carácter e disposição que adoptamos no dia-a-dia.

Não é por acaso que escolhemos as cores da roupa não só em função do que está mais em voga mas sim de acordo com o nosso carácter, maneira de ser e estado afectivo.Torna-se pois conveniente darmos um pouco mais de atenção ao nosso estado interior e emocional para uma melhor postura e escolha do vestuário adoptado.

Em tempos de crise nem todos os preços estão ao nosso alcance, de modo que o ideal é aproveitar os descontos da época para encher o guarda-roupa.Não é por se escolherem preços mais acessíveis que estamos fora de moda, ao invés os saldos são uma oportunidade de criar diferentes toilette, estilos e modelos.




Pode ainda aproveitar-se algumas peças antigas, da mãe ou da avó para complementar conjuntos de roupa.. Isto porque a moda está sempre a repetir e alterar de ano para ano. Muitas vezes aquilo que temos já de parte volta a usar-se e a estar em alta. Basta saber-mos aproveitar essas peças e reformular ou adaptar a outras.

O estar bem e moderno é apenas uma escolha de cores, harmonia e imaginação. O preço deve estar também adaptado à época e à situação económica de cada um.
Independentemente de sermos gordos ou magros podemos estar sempre modernos e em harmonia com qualquer acontecimento e situação.O mesmo se pode dizer em relação ao preço e qualidade pois nem sempre o mais caro é o melhor.às vezes o preço caro é apenas um aproveitar da moda, não tendo a ver com qualidade e beleza da roupa. Esta tem unicamente a ver com os nossos gostos pessoais, corpo , mistura de tons, maquilhagem e estilo.

O importante para estar bem em relação ao vestuário é
escolher as cores em harmonia com o tom de pele, cabelo e estatura. Depois é só ter atenção com o cabelo que dá um grande realce ao rosto bem como o bâton e cosmético para um maior brilho e luminosidade.

O preço é menos importante, tal como a crise. É só uma questão de adaptá-la.


Teresa Maria Batista Gil

Título: Moda em Tempos de Crise

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

Visitas: 2

787 

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Comentários     ( 6 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    17-09-2014 às 04:11:07

    Nunca fui de esbanjar meu dinheiro comprando roupas na moda. Creio que um estilo simples e apreciável à pessoa vai de cada uma. Então, a moda em tempos de crise pode ser uma boa maneira de aproveitar o vestuário e dar uma mudada em algumas peças.

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    08-06-2014 às 04:53:32

    O que faço é pechinchar bastante! Acabo encontrando roupas super bonita, da moda, confortáveis por preços mais em conta. O segredo é sempre bater o pé e caminhar muito. Você encontra sim!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoMarta

    03-11-2012 às 13:34:04

    josé, claro que é possivel estar na moda em tempços de crise, basta lêr este lindo teto! muitos parabéns teresa!

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoCarla Horta

    07-09-2012 às 23:13:15

    Nada como renovar e transformar a nossa roupa. Porque não alterar uma saia comprida para um vestidinho curtos ou fazer de umas calças, uma saia comprida? É preciso ter imaginação e em muitos casos ficamos com a sensação de que as roupas são novinhas em folha. Mãos ao trabalho e enfrentamos a crise mais bonitas que nunca.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoJoana

    15-05-2012 às 14:21:34

    Eu adaptei a moda à crise e assim criei o meu próprio negocio de pronto a vestir, onde sou eu que costuro, assim consigo ganhar algum, manter-me ocupada e andar sempre na moda.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoJosé

    14-05-2012 às 11:23:45

    Moda em tempo de crise... será que é possível estar na moda nos tempos que correm?

    ¬ Responder

Comentários - Moda em Tempos de Crise

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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