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As Noivas do Cinema

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Vestuário
Comentários: 2
As Noivas do Cinema

Se para muitas mulheres sonham durante anos em casar, muito o sonham principalmente por causa do vestido.

Verdade é que o amor está lá, a segurança também, idem à vontade de festejar com os amigos, mas envergar o vestido de noiva dos sonhos de criança ultrapassa qualquer desejo, no momento de escolher, inspiramo-nos numa imagem que ficou parada no tempo… Numa revista talvez, mas aposto que se é daquelas que sonha com um vestido de noiva, visualizou-o na tela de cinema.

Qual de nós, mulher, nunca sonhou por um pequeno instante envergar o vestido de noiva que uma famosa atriz de cinema faz esvoaçar? Para todos os gostos e para todas as histórias, os vestidos de noiva do cinema fazem delícias, suspiros e inspiram, mas principalmente fazem sonhar.




Se em 1957 Andrey Heburn envergava um memorável vestido em “Cinderela em Paris”, muitos outros se seguiram. Kate Hudson e Anne Hathaway em “Noivas em Guerra” fazem as delicias de dois figurinos diferentes. Ambos maravilhosos e apaixonantes.Jennifer Lopez fez encantos com um vestido rosa-pérola em “A sogra”. Eis a prova viva que um vestido de noiva acenta na perfeição numas ancas e curvas latinas e para quem gosta de um estilo mais mediterrânico, Charlotte vestiu um vestido campestre de cor champagne e saia volumosa em “Mama Mia”.

Repleto de moda e glamour, “Sexo e a Cidade” sempre ditou regras e tendências. Naturalmente que quando Mr Big pediu Carrie em casamento, a espectativa era muita. Claro de Carrie encantou com um adereço original e único que marcou toda a diferença no vestido.
Quanto a Julia Roberts…. Bem, em “Noivas em Fuga” a panóplia é grande e são para todos os gostos. Mas também esta atriz mostra um vestido espantoso em “Mirror, mirror” de 2012.
Se procura um vestido de noiva de conto de fadas, não deixe de se apaixonar pelo que foi usado por Kirsten Duns em “Melancholia”.

as se todos estes vestidos fizeram história, os tempos modernos trouxeram-nos um amor entre uma humana e um vampiro. Se tal é possível no cinema, todos os vestidos de noiva são postos em causa com aquele que Bella envergou em em Crepúsculo – amanhecer – Parte I. Uma curiosidade deste vestido é que tinha 150 botões forrados que encobriam todas as costuras.

No final de contas, um vestido de noiva é sempre um vestido de sonho e qualquer mulher se vai sentir a mais bela noiva de todos os tempos.


Carla Horta

Título: As Noivas do Cinema

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    09-06-2014 às 03:12:24

    Adoro ir aos casamentos para ver justamente o vestido da noiva. Lindo mesmo é ver essas noivas de cinema, e seus vestidos que são um verdadeiro arrasooo!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoCarla Horta

    11-09-2012 às 13:49:40

    Na série "Sexo e a Cidade" (também falado no texto, mas no filme), os 2 casamentos de Charlotte eram fantásticos. Sem duvida a copiar para quem esteja para "dar o nó" em breve.

    ¬ Responder

Comentários - As Noivas do Cinema

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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