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Vestidos de noiva com casaco de renda

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Vestuário
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Comentários: 1
Vestidos de noiva com casaco de renda

O dia de um casamento pode ser o evento de uma vida. A festa, o comer, a decoração, as fotos, enfim, um mar de coisas de nos fazem transpirar de emoção. Mas se o noivo é um dos personagens principais desta verdadeira história de amor, o primeiro plano vira-se para a noiva.

Uma noiva é sempre uma princesa, mesmo que decida vestir um tailler, umas calças ou um vestido curto irreverente. Noiva é noiva e disso ninguém tem a mais ínfima dúvida.

Na altura de escolher um vestido, os dias podem parecer anos e as indecisões são perfeitamente normais. Poucas são as noivas que têm muitas certezas do vestido querem envergar no seu diz de sonho, e o mais natural de acontecer são verdadeiras guerras de nervos na altura de escolher o vestido.

As opções são as mais variadas, e muito tem a ver com o tipo de cerimónia de casamento. Se religioso ou pelo civil, muito se tem de ponderar relativamente ao conjunto e harmonia com o vestido. Não fará, com toda a certeza muito sentido, uma noiva apresentar-se com um vestido ousado e curto numa cerimónia religiosa e clássica.

De muitos modelos e modelitos que se apresentam por aí, existem coisas que nunca, mas mesmo nunca passam de moda.

O casaquinho de renda que a noiva pode colocar sobre o extenso vestido é uma delas.

Mas em que circunstancias se podem afinal usar os casaquinhos de renda enquanto se é noiva? A resposta é bastante simples. Quase sempre.

Nas mais variadas situações, uma noiva pode apresentar-se com um casaquinho. Por exemplo, se uma noiva tem uns quantos quilitos a mais e os bracinhos são bastante generosos, pode optar por um vestido de alcinhas ou de cai-cai. No momento em que entra na igreja e queira parecer mais discreta, pode sempre optar por um pequeno casaquinho de renda ao estilo bolero que lhe assentará que nem uma luva. Vai disfarçar os braços gorduchos que a podem incomodar e ajudam à silhueta.

Na eventualidade de casar numa altura do ano mais fria, o casaquinho de renda também é uma boa opção. Protege das baixas temperaturas e ajuda sempre a manter uma extraordinária elegância.

Um casaquinho de renda em conjunto com o vestido fica sempre bem. Seja porque motivo for, seja original e mostre os ombros por opção durante a sua festa de sonho. No entanto, na altura de escolher, opte por um casaquinho simples e fininho. Uma noiva não se quer com um casaquinho de renda parecido com um napperon, pois não?


Carla Horta

Título: Vestidos de noiva com casaco de renda

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    21-08-2014 às 04:53:56

    Ficaria muito bem essa forma de usar um vestido de noiva com casaco de renda! Penso ser bem moderno e atraente, além de deixá-la com um encanto e com muito mais beleza no visual.

    ¬ Responder

Comentários - Vestidos de noiva com casaco de renda

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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