Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Segurança > Perigo Infantil

Perigo Infantil

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Segurança
Visitas: 6
Comentários: 1
Perigo Infantil

Qualquer objeto, por mais inocente que pareça, pode tornar-se perigoso nas mãos de uma criança. Os brinquedos, os andarilhos, os triciclos e as bicicletas são apenas alguns exemplos aparentemente inofensivos que podem gerar problemas sérios. Se quisermos ir um pouco mais longe, o descuido de um adulto ao deixar a mala da ferramenta acessível na garagem ou alguns utensílios domésticos em gavetas onde a criança facilmente chega com as mãos pode potenciar um perigo indesejado.

As crianças não têm a noção do risco nem a prevêm como os adultos. Qualquer objeto que elas consigam ter nas mãos pode, de facto, tornar-se um perigo para ela mesma. O número de mortes infantis por acidente é elevado e só é ultrapassado pelas doenças mais conhecidas e fatais, como o cancro e as doenças cardíacas e respiratórias.

No entanto, os acidentes são, na maioria dos casos, evitáveis. Quando uma criança desce uma escada e cai, isso não será propriamente um acidente porque poderia ter sido evitado se o acesso a esse perigo tivesse sido bloqueado.

Isto não quer dizer que necessitamos adotar comportamentos obsessivos e demasiado castradores sobre as crianças. Elas devem também aperceber-se daquilo que as magoa, do que lhes faz mal, experimentando. Só que nem tudo pode ser assim. Isto porque há riscos maiores que podem ser fatais. Há que tomar uma atitude preventiva e impedir que elas se exponham a perigos.

A situação mais recorrente e mais ouvida tem a ver com viajar em segurança. É muito importante que as crianças viajem em cadeiras próprias para a sua idade e tamanho que são colocadas no banco do carro. Segundo estudos e estatísticas, se a cadeira for bem instalada pode salvar a vida de nove em cada dez crianças.

Aparentemente simples, este processo é altamente eficaz e, em casos de acidente confirmados, houve crianças que não sofreram qualquer ferimento ou lesão.

As cadeirinhas devem ser instaladas no banco de trás de modo a que a criança aceda ao carro pelo lado do passeio. Em Portugal, em média, cerca de 1500 crianças com menos de 14 anos são atropeladas. Alguns destes atropelamentos resultam em morte ou em deficiência permanente. Assim, a cadeirinha só deve ser instalada no banco da frente em último recurso e com o airbag do lado do passageiro desativado. Se o veículo não tiver banco traseiro nem opção para desativar o airbag, a criança não poderá viajar nele. Os cintos de segurança devem ser ajustados à criança de modo a não provocar-lhe qualquer lesão em caso de acidente.

Assim, seja previdente e elimine riscos para si e para as crianças que tem consigo. Em casa e… na estrada!


Rua Direita

Título: Perigo Infantil

Autor: Rua Direita (todos os textos)

Visitas: 6

611 

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    28-05-2014 às 18:36:59

    Bom é deixar as tomadas com aquela proteção para as crianças não colocarem os dedos. Nem sempre a mãe está atenta o tempo todo!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Perigo Infantil

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Um sinal de compromisso

Ler próximo texto...

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Jóias Relógios
Um sinal de compromisso\"Rua
Exibir uma aliança de compromisso é, frequentemente, motivo de orgulho e, quando se olha para ela, vai-se rodando-a no dedo e fica-se com aquela expressão ridícula na cara.

Uma questão se coloca: qual a razão de estas alianças de compromisso serem tão fininhas: será porque os seus principais clientes, os jovens, são sujeitos de poucas posses (tendendo as mesadas a emagrecer ainda mais com a crise generalizada) ou porque esse compromisso, não obstante a paixão arrebatadora, é frágil e inseguro?

Sim, porque aqui há que fazer cálculos matemáticos: x compromissos vezes y alianças…com um orçamento limitado sobre um fundo sentimental infinito…

Depois, importa perpassar os tipos destas alianças. Há as provisórias, que duram em média quinze dias; há as voadoras, que atravessam os ares à velocidade da luz quando a coisa dá para o torto; há as que insistem em cair do dedo, sobretudo em momentos em que ter um compromisso se revela extremamente inoportuno; e depois há as residentes, que uma vez entradas não tornam a sair.

Os pombos-correios usam anilhas onde figuram códigos que os identificam. Talvez não fosse completamente descabido fazer umas inscrições deste género em algumas alianças de compromisso por aí…

Só para ajudar os mais esquecidos a recordarem a que “pombal” pertencem.

Pesquisar mais textos:

Rua Direita

Título:Um sinal de compromisso

Autor:Rua Direita(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários

  • Luene ZarcoLuene

    22-09-2014 às 05:46:10

    Um sinal de amor e lealdade perpétua! Adoro ver os vários modelos de aliança! Vale a pena escolher uma bem bonita!

    ¬ Responder

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios