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Arma de fogo? Cuidados a ter…

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Segurança
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Comentários: 1
Arma de fogo? Cuidados a ter…

Se tiver uma arma em casa, embora o melhor fosse não tê-la, deixe-a sempre descarregada e muito bem fechada para que o seu acesso não seja fácil.

O cuidado principal e ideal é não ter mesmo qualquer arma em casa. Tendo uma não a deixe carregada, a não ser no momento da utilização. As armas, mesmo descarregadas, devem ficar em locais apenas acessíveis aos adultos, bem fechadas e com segurança reforçada.

As munições, quer sejam balas ou cartuchos, devem ser guardadas noutro local, afastadas da arma correspondente e igualmente bem fechadas à chave.

As armas de pressão de ar, ou outras equivelentes consideradas de recreio, não devem ser presentes para crianças porque constituem um perigo elevado principalmente se não tiverem um adulto por perto a vigiar os comportamentos.

O poder de uma arma nunca deve ser subestimado e nunca pode ser manuseada como se fosse algo inofensivo. Trata-se de um objeto que deve ser lidado com todos os cuidados e quem nela pegar deve saber bem o que está a fazer.

Comportamentos menos próprios ou infantilidades devem ser evitados. Nunca se deve apontar uma arma a uma pessoa mesmo que esteja sem munições. A confiança exagerada pode trazer dissabores.

Quando se trata de ensinar um filho a caçar, este ato deve ser rigoroso e sempre bem explicado, sem descurar detalhes. Os mais novos devem ser preparados para seguir regras de segurança e reconhecer os perigos que essa atividade encerra. Os avisos mais comuns prendem-se com a presença de outros caçadores no terreno e a não ingestão de álcool ou de outro qualquer produto que altere a perceção e os sentidos de alguma forma. A negligência causa acidentes.

As crianças devem ter consciência de que uma arma é um objeto que pode matar e que matam mesmo. Claro que elas estão habituadas a ver isso não acontecer nos desenhos animados que passam na televisão, mas os pais devem eliminar esse equívoco.

A gestão do conflito deve ser ensinada às crianças de forma desmistificada. Elas devem saber que uma resolução pacífica e democrática é sempre a melhor opção e não recorrendo ao uso de armas.

A educação fica na base de todo o ensinamento.


Rua Direita

Título: Arma de fogo? Cuidados a ter…

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    28-05-2014 às 18:30:34

    Muito bom! As armas de fogo são um perigo quando guardadas carregadas. Já aconteceu de crianças pegarem e ficarem brincando causando, inclusive, mortes. Deve-se nem ter uma arma em casa para evitar problemas futuros.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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