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Máquinas de carga

Categoria: Máquinas
Máquinas de carga

Os empilhadores constituem fantásticas máquinas de carga. E, uma vez por outra, quando se abusa da sua versatilidade e leveza, de descarga, rápida e inesperada, com ou sem um cenário de esmagamento…

Naturalmente que estes mesmos empilhadores servem, volta e meia, de “cavalos de corrida”, nem sempre porque a pressa ou os timings o exijam, mas devido à habitual juventude e consequente natureza rebelde dos seus operadores.

Assiste-se ao que se poderia apelidar de “volta ao armazém em empilhador”, com passagens por veículos de transporte a carregar ou a descarregar, linhas de produção e de montagem, e outros ambientes onde esta máquina se revela indispensável.

De dispensar seriam os embates laterais contra as paredes, o abalroamento de mercadorias e o capotamento no decorrer de tais acrobacias. Não obstante a obrigatória formação para manobrar um empilhador, tal como acontece amiúde com o código da estrada, os condutores não observam as regras de segurança e os acidentes podem ocorrer.

É bom lembrar que os empilhadores não são karts, nem o local de trabalho um kartódromo, e muito menos um “empilhódromo”…

Não basta alguém fiar-se na mera sorte; há que pôr empenho da sua parte, a fim de que, um dia essa ventura não dê em azar e forneça matéria para se produzir uma obra, literária ou cinematográfica, subordinada ao tema: «A triste saga do empilhador… e do empilhado»!


Rua Direita

Título: Máquinas de carga

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Um caminho para curar o transtorno alimentar

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Tema: Saúde
Um caminho para curar o transtorno alimentar\"Rua
De acordo com um relatório divulgado em novembro de 2014 pelo Comitê Permanente sobre o Status da Mulher, entre 600 mil a um milhão de canadenses cumprem os critérios diagnósticos para um transtorno alimentar em um dado momento. Problemas de saúde mental com ramificações físicas graves, anorexia e bulimia são difíceis de tratar.

Os programas públicos de internação frequentemente não admitem pacientes até que estejam em condição de risco de vida, e muitos respondem mal à abordagem em grupo. As clínicas privadas costumam ter listas de espera épicas e custos altos: um quarto custa de US$ 305 a US$ 360 por dia.


Corinne lutou juntamente com seus pais contra a bulimia e anorexia por mais de cinco anos. Duffy e Terry, pais de Corinne, encontraram uma clínica na Virgínia. Hoje, aos 24 anos, ela é saudável e está cursando mestrado em Colorado. Ela e seus pais acreditam que a abordagem holística, o foco individualizado e a estrutura imersiva de seu tratamento foram fundamentais para sua recuperação.

Eles sabem que tinham acesso a recursos exclusivos. "Tivemos sorte", diz Duffy. "Podíamos pagar por tudo." Mas muitos não podem.
A luta desta família levou-os a refletir sobre o problema nos Estados Unidos. Em 2013, eles fundaram a Water Stone Clinic, um centro privado de transtornos alimentares em Toronto. Eles fazem yoga, terapia de arte e participam na preparação de refeições, construindo habilidades na vida real com uma equipe de apoio empática. Os programas funcionam nos dias da semana das 8h às 14h, e até agora, não tem lista de espera. Porém essa abordagem é onerosa: aproximadamente US$ 650 por dia.

A família criou a Fundação Water Stone - uma instituição de caridade que fornece ajuda a pacientes que não podem pagar o tratamento. Os candidatos são avaliados por dois comitês que tomam uma decisão baseada na necessidade clínica e financeira. David Choo Chong foi o primeiro a se beneficiar da fundação. Ele havia tentado muitos programas, mas nenhum foi bem sucedido. A fundação pagou metade do tratamento. Dois anos depois, Choo Chong, feliz e estável diz "Water Stone me ajudou a encontrar quem eu sou".

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Roberta Darc

Título:Um caminho para curar o transtorno alimentar

Autor:Roberta Darc(todos os textos)

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