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Saber escrever

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
Saber escrever

Escrever é indiscutivelmente uma das melhores formas de expressarmos e darmos a conhecer a um determinado publico as nossas opiniões, ideais e teorias relativamente a um determinado assunto, tema ou tópico atual.

Para tal é preciso, além saber escrever, ter facilidade em transmitir aquilo que se pensa ou sente e ter também um vocabulário rico e diversificado. À que saber qual é o tipo de escrita que vai fazer, pois dependendo do resultado que pretende obter, o estilo de escrever irá ser diferente, quer seja em termos de vocabulário ou organização do texto.




Tente no caso de um texto, em que vai falar/discutir acerca de um tema, começar sempre por uma introdução, onde irá apresentar o tema em questão. Nesta primeira parte, além de explicar o tema, agarrar o leitor e fazê-lo querer continuar a ler o resto é talvez dos pontos mais importantes.

Seguidamente vai apresentar o assunto/tema, irá passar a explicar, ou seja, irá desenvolver o tema, apresentando, resultados de pesquisa que tenha feito, opiniões de terceiros e, caso deseje, apresentar uma opinião critica e construtiva da sua autoria, isto fará com que leitor crie uma ligação momentânea consigo e se reveja nas suas palavras.

A conclusão não é a menos importante, sendo que em alguns casos, o desfecho será o grande ponto que irá rematar o que escreveu e desenvolveu anteriormente, na introdução e desenvolvimento, servindo para fechar os seus argumentos e rematar a sua ideia de uma forma concisa, mas que deixa espaço para o leitor ponderar acerca do que acabou de ler.

Uma boa conclusão poderá fazer a diferença entre um bom ou mau texto.


Rua Direita

Título: Saber escrever

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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