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Perigos e pedagogia dos brinquedos

Categoria: Brinquedos
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Comentários: 3
Perigos e pedagogia dos brinquedos

Quando se fala em brinquedo se pensamos em criança, pensamos em que as agradar na hora de brincar, ou como escolher, onde encontrar?
Brinquedo é qualquer objeto ou coisa, que a criança possa usar no ato de brincar.

Existem alguns brinquedos que permitem que a criança possa usar no ato de brincar e ao mesmo tempo as ensine alguma coisa.

Existem muitos brinquedos que o ajudam no desenvolvimento do raciocínio ou aqueles que os desenvolve na vida social da criança, especialmente aqueles usados em jogo cooperativista.

Os brinquedos são de uma importância muito grande na vida de uma criança, pois desenvolve a psicomotricidade da criança e ao mesmo tempo educa.

O brinquedo é importante por proporcionar o desenvolvimento e do raciocínio e de sua auto-estima.

Os brinquedos também podem ser usar no tratamento psicoterapêutico no ludo terapia com a criança e também em caso de problemas emocionais, causado por vários factores: distúrbios do comportamento ou rendimento escolar.

Os brinquedos têm um papel importante na vida de uma criança.
No século XIX os brinquedos eram feitos em casa ou fabricado por artesão.

Já no século actual eles são fabricados por grandes comercializa dores.

E Por isso a parti do século XX, muitos países criaram leis que proíbe venda de brinquedos considerados muito perigosos, por usar material que contenha substância tóxica, que são muito perigosos para saúde da criança.

Há também hoje leis que precisa o fabricante dizer para qual a idade da criança estes brinquedos servem, por ter peças de tamanho inadequado há brinquedo que em que suas peças são tão pequenas que é fácil de engolir, pois a maioria das crianças de um a quatro anos sempre gosta de por os brinquedos na boca, todo o cuidado é pouco com brinquedos fora da faixa etária.

Estas leis também dão direito ao governo de recolher do mercado os brinquedos, se este não estiver de acordo com elas.
Antigamente a criança criava seu próprio brinquedo, que facilitava e estimulava o seu raciocínio e sua criatividade.

Com umas latas vazias se criava certos tipos de carrinhos. Hoje é outro tempo, outra maneira de brincar, tudo é mais fácil.

Também existem os brinquedos adequado para bebés que varia de zero a doze messes, que são brinquedos que canta, ou seja, emite sons ou melhor musicas brinquedo estes que podemos pendurar sobre o berço do bebé, estes brinquedos estimula a visão e a audição como também sua coordenação motora.

Hoje existe uma variedade de brinquedos para a criança de dois a seis anos, a criança nesta idade ela gosta de explorar o mundo a sua volta, existem blocos de montar que ajuda a criança a fortalecer os músculos e desenvolver sua criatividade.

As crianças desta faixa etária são altamente imaginativas e muita destas imaginações é direccionada aos brinquedos como: bonecos, bonecos super-herói que são transformados em seus grandes amigos, ou melhor, eles acha que são os próprios bonecos e com os blocos de montar eles transforma em sua própria casa ou cidades.

Já a partir do sexto ano de vida a criança começa a fazer das brincadeiras o faz-de-conta, como brincar com boneca, fazem de conta que são os pais.

Nesta fase eles dão vida ao seres imaginários e incorporamos as suas próprias vidas.

É na imaginação que os brinquedos atuam, ela cria a sua própria historia.

A criança tem uma vida toda pela frente, ou seja, ela é criança uma única vez.


Waldiney Melo

Título: Perigos e pedagogia dos brinquedos

Autor: Waldiney (todos os textos)

Visitas: 6

771 

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • SophiaSophia

    25-04-2014 às 18:14:00

    Os brinquedos são lembranças que ficam para sempre. Mesmo após a idade adulta, adoro brincar seja de qualquer tipo e natureza. Muito bom o seu texto!

    ¬ Responder
  • umdolitoys

    23-01-2013 às 05:48:33

    Super interessante e estou totalmente de acordo com tudo o que é escrito!


    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoBetinho

    15-03-2009 às 12:35:11

    Gostei muito do teu texto Waldiney, eu tenho um bébézinho de 7 meses.

    ¬ Responder

Comentários - Perigos e pedagogia dos brinquedos

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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