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Jogos de Computador - São ou não prejudiciais?

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Brinquedos
Visitas: 10
Comentários: 4
Jogos de Computador - São ou não prejudiciais?

Não é necessário ser-se um grande filósofo ou estudioso da sociedade em que vivemos para sabermos que as nossas crianças são criadas em frente à televisão. Filhos que crescem agarrados aos jogos de computador ou à playstation são do mais comum, e a verdade é que deixámos de oferecer livros didáticos no Natal e passámos a oferecer vales e envelopes com dinheiro para que eles possam escolher o último jogo que está mais na moda.

Estamos cada vez mais a educar crianças computorizadas e livres do tato que deve ser tão obrigatório numa educação.

Pequenos jovens e adolescentes que derretem pacotes de batatas fritas e sumos em pacote enquanto disparam sobre monstros gelatinosos dos vídeo jogos.

Os jogos de bola na rua, as escondidas e a apanhada ficaram fora de moda e se os medos dos pais os impedem de estar mais vezes e mais tempo nas brincadeiras de rua, os miúdos permitem-se a horas extraordinárias em frente aos jogos de computador.

Se durante muito tempo ninguém pensou realmente no quanto pode ser prejudicial esta exposição desmedida em frente ao computador, hoje em dia todos damos a mão à palmatória que não faz bem e que não é saudável.

Além dos malefícios à visão que são óbvios, começam a estudar-se os problemas nos ossos. Tendinites devido ao sucessivo gesto no rato do computador ou á sequencia permanente de teclar determinadas teclas, ou mesmo á pressão exercida sobre o joysteack.

Para além disto, o imaginário dos mais jovens também é absorvido por personagens que nunca morrem, ou melhor, que renascem a cada Play again.

Se na ideia de uma criança mata um bandido num jogo de vídeo e fazê-lo renascer no próximo nível do jogo, o mesmo poderá ela pensar da vida real.

No entanto, muitos estudos têm vindo a ser feitos quando às verdadeiras consequências dos jogos de computador.

Tendo em conta que as novas tecnologias podem ser frutuosas para toda a gente, muitos são os jogos em que as crianças e adolescentes são obrigados a pensar e a raciocinar de forma tranquila, mas excitante e produtiva.

Por exemplo, se um jogo obrigar a que os níveis sejam ultrapassados com perguntas ou descobertas de enigmas, sem dar lugar a armas e a tiros, um adolescente poderá tirar o melhor partido. Exercita o cérebro e na realidade é isso que se espera de um jovem. Obrigá-lo a pensar sem que o raciocínio esteja voltado para a violência.


Carla Horta

Título: Jogos de Computador - São ou não prejudiciais?

Autor: Carla Horta (todos os textos)

Visitas: 10

771 

Imagem por: włodi

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • SophiaSophia

    25-04-2014 às 18:09:28

    A própria pessoa pode controlar esses jogos de computador. Todo ato excessivo, demais, faz mal. Pode ser jogos, ou qualquer outra atividade até prazerosa. A Rua Direita recomenda os pais a colocarem limites nas crianças e ensinar sobre equilíbrio. Ter equilíbrio na vida é essencial!

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoJoão

    29-08-2013 às 23:05:25

    Sou jogador desde que me conheco por gente, nunca tive problemas em jogar pois nunca tive uma mente psicopata de sair matando meio mundo, é possivel perceber que nao pesquisou sobre o tema afundo e se vim parar nessa pagina é porque pesquiso, a teoria mais aceita é que se a pessoa tem uma mente psicopata ela pode ser ativa por um jogo de computador, mas as pessoas normais nao terao tal problema, outra coisa que faz os psicologos e adulto em geral entrarem em território desconhecido quando tratam desse tema é que eles anulam a história que o jogo mostra por exemplo assasins creed (sim é o jogo que o filho do casal de policiais que matou os pais) é um romance na sua historia porém voces centralizam o MATAR que existe nos jogos e nao veem eles como um todo.

    ¬ Responder
  • erick

    12-11-2012 às 21:42:31

    Pqp...Um texto desse nos mostra claramente as consequências da autoria amadora decorrente da internet...pqp quanto senso comum,QUE [email protected][email protected]
    Estudos feitos mostram que jogos ajudam o indivíduo jovem a manter a capacidade sináptica devido ao seu caráter de simulação de perigo,pois na sociedade pós-moderna o jovem fica cada vez com o cerebro mais desligado do perigo e isso acarreta uma deficiência no desenvolvimento das ligações,é um processo natural...Video-games são sim necessários,porém tudo deve ter moderação e disciplina na qual os pais são os principais responsáveis na educação de seus próprios filhos,não tente explicar explicar uma causa a partir de efeitos...A raíz do problema é a cultura...a me poupe com as suas abobrinhas...

    ¬ Responder
  • DONT_PLAYDONT_PLAY

    03-02-2012 às 11:29:27

    Bom texto Valew..

    ¬ Responder

Comentários - Jogos de Computador - São ou não prejudiciais?

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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