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Como sentimos a dor?

Categoria: Outros
Como sentimos a dor?

A dor é uma experiência sensorial e emocional bastante desagradável, que está normalmente associada a lesões nos tecidos. É portanto, um sistema complexo e concebido para limitar os danos infligidos ao nosso corpo.

Os tecidos do corpo são sensíveis a certos tipos de lesões, por exemplo, os cortes , queimaduras ou feridas, enquanto os tecidos renais e pulmunares são insensíveis à maior parte dos estímulos, salvo alguns casos raros e excepcionais.

No que diz respeito aos estímulos causadores da dor, dividem-se em três categorias, chamados mecânicos, químicos e térmicos.Cada um é detetado por recetores de dor, as fibras nervosas , com terminações sensíveis.

Estsa fibras transmitem impulsos elétricos dos tecidos para a medula espinal através dos tratos nervosos, que consistem em fibras A delta, associados à dor aguda e localizada de um estímulo nocivo e em fibras mais pequenas, que respondem a estímulos mecânicos e térmicos, associados à dor.

Quando os impulsos de dor entram na medula espinal, unem-se nos neurónios da parte da massa cinzenta, da coluna vertebral, onde estão os enviados para o tronco cerebral e tálamo, para processamento da dor consciente através do trato espinotalâmico. Deste modo, desperta-se os aspetos emocionais da dor, sentindo-se em intensidade.

A ativação de um estímulo transmitido pelas fibras nervosas, aos neurónios, é enviada através do hipotálamo, tálamo e cortex, para o tronco cerebral,no caso de fatores sensoriais.

Contráriamente, a inibiçao da dor, é gerida por determinados estímulos táteis sensoriais pela pele, que depois transmitem o impulso nervoso aos neurónios espinais de largo espeto. E, desta forma, a informação provoca um curto circuito, que se difunde para o cétrebro, inibindo a dor.

Em suma, a dor é uma força em ação, transmitida por uma queimadura, ferida ou doença, pelas fibras nervosas, aos neurónios.

Quase toda a gente sente dores físicas em virtude das doenças, acidentes, quedas etc.
É evidente que ninguém está livre delas, mas convêm evitá-las o mais possível.Ela é pois uma reação a um estímulo, que se transmite até ao cérebro.

A dor pode ser também um descuido da saúde do físico e da mente, deste modo convêm cuidar dele o melhor possível, afim de as reduzir.


Pedro gil Ferreira

Título: Como sentimos a dor?

Autor: Pedro gil Ferreira (todos os textos)

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Tema: Decoração
Dicas para decorar salas pequenas.\"Rua
A realidade das grandes cidades é que a maioria das pessoas mora em espaços pequenos. É fato também que todos desejam ter um ambiente acolhedor e aconchegante para receber amigos. Em contrapartida, na medida em que os espaços encolhem, a quantidade de aparelhos eletrônicos que utilizamos aumenta cada vez mais. Há ainda quem use a sala como home-office.

Nesta busca de inspiração para organizar e incrementar sua sala, encontramos uma série de sites especializados e blogs com muitas, muitas ideias. O conceito de D.I.Y. (do it yourself) que significa "faça você mesmo” nunca esteve tão na moda. É uma alternativa para reduzir gastos com mão de obra e nada melhor do que criar um espaço com um toque todo seu. Inspirações e ideias não faltam. Hoje, de certa forma todos nos sentimos meio decoradores.

Mas planejar a decoração de uma sala pequena exige alguns cuidados para que o ambiente não fique entulhado de móveis, disfuncional ou até mesmo desagradável.

Confira algumas dicas para decorar sua sala com estilo e valorizando seu espaço:
Os espelhos, além da autocontemplação, causam efeitos interessantes. Aplicados, por exemplo, em uma parede inteira pode duplicar a amplitude do ambiente. Pode ser usado também em móveis, tetos, em diversos formatos e valorizar a luminosidade da decoração.

As cores tem poder de causar sensações. Em ambientes com pouco espaço, elas podem colaborar para que a sensação de amplitude possa tanto aumentar quanto diminuir. Para pintar as paredes de sua sala aposte em cores claras. O teto com uma cor mais clara que a das paredes, por exemplo, pode simular uma elevação do teto, já em uma cor mais escura, promoverá uma sensação de rebaixamento do teto.

A escolha e posição dos móveis são um aspecto muito importante. Opte por poucos móveis, nunca de tamanhos exagerados e posicione-os de forma que valorize o espaço. Móveis que misturam poucos materiais, baixos e com linhas retas proporcionam leveza ao ambiente.

Uma solução muito interessante para espaços pequenos é a utilização de prateleiras. Caixas para produtos horto frutícolas reformadas podem se tornar lindas prateleiras. Mas cuidado com a profundidade, para não atrapalhar na disposição de outros móveis e objetos.

Móveis multifuncionais ou móveis inteligentes são excelentes alternativas para uma sala pequena. Um bom exemplo são pufes, que podem ser usados como mesas de centro ou ficarem alojados debaixo de aparadores e quando recebemos visitas podem se transformar em assentos extras. Mesas dobráveis também são uma ótima opção.

Escolher o mesmo piso ou revestimento pode dar a impressão de área maior, de continuidade. Mudanças drásticas de um ambiente para outro pode causar a sensação de divisão e consequentemente fazer parecer menor.

Algumas outras dicas: um sofá retrátil ou reclinável garante muito mais conforto e ocupa o espaço de um sofá simples. Suporte ou painéis móveis para TV possibilitam que ela seja movida na direção desejável. Caso o ambiente tenha escadas, escolher um modelo de escadas vazadas evita divisões e pode se tornar uma peça de destaque na sala. E para as cortinas, escolha tecidos leves, lisas e sem estampas.

De qualquer forma, ouse, não tenha medo de arriscar, crie, não copie, só assim será seu!

Luciana Santos.

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Comentários

  • Carlos Rubens Neto 16-06-2016 às 16:20:24

    Excelente matéria! Parabéns Luciana ;)

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