Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Outros > Dicas de etiqueta para se portar bem em público

Dicas de etiqueta para se portar bem em público

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
Visitas: 8
Dicas de etiqueta para se portar bem em público

É normal cometer algumas gafes em público sem ao menos perceber que está fazendo algo que não é bem aceito pela maioria das pessoas. Então, para que você não passe por este tipo de situação, confira algumas dicas de etiqueta para se portar bem em público.

Não grite ou ria alto demais – Nas ocasiões em que estiver em público, evitar elevar o tom de voz ou gritar. Isso pode dar a impressão de que você está brigando com a pessoa que está com você ou que você não sabe se controlar. Por isso, contenha-se e fala com uma voz moderada. Também não é recomendável dar gargalhadas altas e chamativas, ria discretamente para não parecer deselegante.

Cuidado ao falar no celular – Quando for falar no celular, evite falar muito alto e gesticular demais. Em público é aconselhável não falar ao celular, mas caso seja preciso, faça-o discretamente. Lembre-se: as pessoas em volta não querem escutar sua conversa. Além disso, em alguns lugares como no cinema e no teatro, não se esqueça de deixar o aparelho em modo silencioso. Tente não ficar usando o celular quando estiver com os amigos, seja atencioso (a) e participe da conversa.

Atitudes do casal em público – Evite discutir com seu marido ou namorado em público, cuide dos assuntos pessoais somente quando estiverem em casa. Causar uma cena em público não é nada elegante e pode causar incômodo aos demais. Outra coisa que também precisa ser evitada são as carícias exageradas, pois isso pode gerar constrangimento, especialmente em ambientes com crianças e pessoas de idade.

Brincadeiras e opiniões exageradas – Quando for fazer alguma piada em público, tenha muita cautela, pois ela pode acabar ofendendo alguém que estiver escutando. Além disso, é importante saber suavizar as palavras ao fazer comentários sobre assuntos polêmicos ou que possam ocasionar algum tipo de desconforto a alguém que está próximo. Não precisa evitar dar sua opinião, mas faça isso de forma delicada para não ser rude.

Ao espirrar e tossir – O ato de espirrar e tossir em público precisa ser evitado, faça isso em locais apropriados, como no banheiro. Mas, se não der para segurar, tente não fazer barulho e cubra a boca e o nariz com um lenço ou com as mãos. E depois de espirrar ou tossir, lave as mãos.


Rua Direita

Título: Dicas de etiqueta para se portar bem em público

Autor: Rua Direita (todos os textos)

Visitas: 8

765 

Comentários - Dicas de etiqueta para se portar bem em público

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Os descendentes de Eça

Ler próximo texto...

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios