Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Outros > Endorfina: Masturbação, Sexo, Prazer, Depressão

Endorfina: Masturbação, Sexo, Prazer, Depressão

Categoria: Outros
Visitas: 34
Endorfina: Masturbação, Sexo, Prazer, Depressão

A endorfina é um grupo de substâncias formadas dentro do corpo, que, naturalmente, alivia a dor. Ela é tipo um analgésico, te faz sentir bem e causa muito prazer!

Ela possui uma estrutura química semelhante à morfina. Seu objetivo é controlar o stress, a tensão que a pessoa venha a ter em algum momento de sua vida.

Ela que regula as contrações da parede intestinal e determina o humor. Também pode regular a liberação de hormônios da glândula pituitária, especialmente o hormônio do crescimento e os hormônios gonadotrofinas.

Alguns pesquisadores descobriram que o exercício físico extenuante libera as endorfinas na corrente sanguínea. Outros descobriram que as endorfinas são liberadas durante o orgasmo, assim como durante o riso.

A liberação de endorfina pode ocorrer com o sexo e a masturbação frequente. Por outro lado, não há evidência de que muito sexo (ou o exercício físico, ou o riso) e os níveis de endorfina elevados esgotam o corpo resultando em depressão, etc.

Na verdade, o mais recente pensamento é que o exercício físico (e, provavelmente, outras atividades que causam a liberação de endorfinas como o sexo, o riso), pode ajudar a tratar a depressão - e os profissionais de saúde, muitas vezes, prescrevem a realização do exercício físico!

De fato, um estudo da Universidade Duke lançado em 2000, mostrou que, para algumas pessoas, 45 minutos de exercício, três vezes por semana, foi tão eficaz em diminuir a depressão como quando se está tomando o antidepressivo Zoloft.

Embora não haja nenhuma evidência para mostrar que muito sexo leva à depressão, o inverso pode às vezes ser verdade - isto é, a depressão pode levar a muito sexo. Sexo ou masturbação pode ser abusivo, em excesso, incluindo as coisas que precisamos para sobreviver, como a comida.

As pessoas também podem ficar "viciadas" na masturbação ou no sexo, semelhante à forma como elas podem ficar "viciadas" em qualquer outra coisa que as faz sentir-se bem e ajuda-as a não pensar em problemas.

Se você está vivendo uma vida satisfatória, têm amigos, está indo bem na escola ou no seu trabalho, convive com pessoas, e você só pratica um monte de sexo ou, às vezes, se masturba então não se preocupe.

Mas, por outro lado, você se sente solitário, infeliz, ansioso, nervoso sobre um monte de situações, não se sente bem consigo mesmo e as coisas não estão indo bem em sua vida e você confia no sexo ou na masturbação como uma forma de fuga, de que se sinta melhor ou tenta evitar qualquer sentimento ruim que possa estar tendo, então você precisa rever isso e procurar alguma ajuda profissional para saber o que está acontecendo em sua vida e sobre seus sentimentos de solidão, tristeza ou ansiedade.


Rafaela Coronel

Título: Endorfina: Masturbação, Sexo, Prazer, Depressão

Autor: Rafaela Coronel (todos os textos)

Visitas: 34

387 

Comentários - Endorfina: Masturbação, Sexo, Prazer, Depressão

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Um caminho para curar o transtorno alimentar

Ler próximo texto...

Tema: Saúde
Um caminho para curar o transtorno alimentar\"Rua
De acordo com um relatório divulgado em novembro de 2014 pelo Comitê Permanente sobre o Status da Mulher, entre 600 mil a um milhão de canadenses cumprem os critérios diagnósticos para um transtorno alimentar em um dado momento. Problemas de saúde mental com ramificações físicas graves, anorexia e bulimia são difíceis de tratar.

Os programas públicos de internação frequentemente não admitem pacientes até que estejam em condição de risco de vida, e muitos respondem mal à abordagem em grupo. As clínicas privadas costumam ter listas de espera épicas e custos altos: um quarto custa de US$ 305 a US$ 360 por dia.


Corinne lutou juntamente com seus pais contra a bulimia e anorexia por mais de cinco anos. Duffy e Terry, pais de Corinne, encontraram uma clínica na Virgínia. Hoje, aos 24 anos, ela é saudável e está cursando mestrado em Colorado. Ela e seus pais acreditam que a abordagem holística, o foco individualizado e a estrutura imersiva de seu tratamento foram fundamentais para sua recuperação.

Eles sabem que tinham acesso a recursos exclusivos. "Tivemos sorte", diz Duffy. "Podíamos pagar por tudo." Mas muitos não podem.
A luta desta família levou-os a refletir sobre o problema nos Estados Unidos. Em 2013, eles fundaram a Water Stone Clinic, um centro privado de transtornos alimentares em Toronto. Eles fazem yoga, terapia de arte e participam na preparação de refeições, construindo habilidades na vida real com uma equipe de apoio empática. Os programas funcionam nos dias da semana das 8h às 14h, e até agora, não tem lista de espera. Porém essa abordagem é onerosa: aproximadamente US$ 650 por dia.

A família criou a Fundação Water Stone - uma instituição de caridade que fornece ajuda a pacientes que não podem pagar o tratamento. Os candidatos são avaliados por dois comitês que tomam uma decisão baseada na necessidade clínica e financeira. David Choo Chong foi o primeiro a se beneficiar da fundação. Ele havia tentado muitos programas, mas nenhum foi bem sucedido. A fundação pagou metade do tratamento. Dois anos depois, Choo Chong, feliz e estável diz "Water Stone me ajudou a encontrar quem eu sou".

Pesquisar mais textos:

Roberta Darc

Título:Um caminho para curar o transtorno alimentar

Autor:Roberta Darc(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios