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Consumo Compulsivo como um hábito de vida

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
Consumo Compulsivo como um hábito de vida

Apesar da crise mundial, estamos cada vez mais mergulhados num sistema de produtividade económica que nos conduz cada vez mais ao consumo exagerado e muitas vezes até compulsivo.

A vida moderna converte-se para nós em algo natural, no entanto , com ela cresce a nossa dependência em relação à comodidade e facilitismo , juntamente com o grande receio de perder a qualidade de vida a que já estamos habituados.

Na realidade, acontece que todos nós somos forçados a viver muitas vezes de uma forma alheia á nossa natureza. Deste modo, somos cada vez mais impelidos a consumir desmedidamente produtos por vezes supérfluos e desnecessários.

Este facto para além de nos fazer gastar mais, também aumenta a predisposição para as doenças da civilização tais como, consumo compulsivo e outras doenças. Por outro lado, a atividade febril , a vida vivida em espaços fechados e climatizados, hábitos de vida errados, tabagismo, fomentam transtornos de metabolismo, obesidade, hipertensão e outros.

Todos estes problemas podem não aparecer de imediato, mas desenvolvem-se de forma lenta, diria quase impercetível, e ao longo do tempo os seus efeitos vão-se tornando cada vez mais fortes, até culminar em várias doenças, inclusive , as de coração.

Cabe a cada um de nós refletir um pouco sobre os nossos hábitos de vida para impedir que isto se torne um problema grave. Cada vez mais as pessoas procuram os espaços fechados para passear , em vez de aproveitarem o ar livre , muito mais benéfico para nos protegermos de afeções nervosas e outras.

Assim, não admira que a sociedade esteja mais vulnerável aos problemas de consumismo, euforia , ansiedade e depressão. Seria recomendável, praticar outros hábitos de vida , menos aprisionados e mais salutares para a mente.

O desporto é um bom substituto dos espaços climatizados e fechados. Não só liberta as tensões do dia a dia , como contribui para aumentar as defesas e boa oxigenação celular.

Devemos assim protegermo-nos dos nossos inimigos atuais e da sociedade de consumo.
O consumo compulsivo é uma doença grave e logicamente, a tratar...


Teresa Maria Batista Gil

Título: Consumo Compulsivo como um hábito de vida

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Imagem por: kalandrakas

Comentários - Consumo Compulsivo como um hábito de vida

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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