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Educar para a sensibilidade: eis a nova missão do educador

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
Visitas: 10
Comentários: 1
Educar para a sensibilidade: eis a nova missão do educador

Nos tempos atuais de alta tecnologia, pouco espaço para brincar ao ar livre, muita violência e intolerância faz-se necessário um novo ponto de vista em relação à educação e ao ato de educar. Educador é todo aquele que de alguma forma proporciona momentos de interação e aprendizagem, podendo ser o professor, o familiar, o amigo, o funcionário da escola ou qualquer outra pessoa que venha participar desse processo. Educando é todo aquele que nessa interação constrói conhecimento, conceitua, levanta hipóteses e resolve problemas.

Os problemas da sociedade moderna são: a velocidade em que tudo acontece, a falta de paciência e tempo dos pais, os estímulos externos provenientes da tecnologia, como aparelhos celulares, vídeo games, computadores entre outros que, elaborados para facilitarem a vida; em excesso, causam transtornos às crianças. O equilíbrio é a chave do mundo, portanto deve-se proporcionar momentos de contato com a internet, por exemplo, mas dar tempo ao ar livre para que a criança e o adolescente possam interagir, brincar e aprender.

Além disso, a educação sempre se preocupou muito em passar conteúdos estanques e sabe-se, com a evolução da história da educação, que a interdisciplinaridade e os projetos de ensino, envolvendo vivências, garantem uma maior e mais intensa aprendizagem. Os educadores hoje, sendo eles quem forem, devem estar atentos à ensinar e a educar a sensibilidade, o olhar, a curiosidade.

Deve-se evitar a cultura do mínimo, daquela ideia errônea de que o melhor é o que menos trabalho dá, pois agindo assim, esforça-se menos e muitas vezes, recebe-se tudo pronto sem haver necessidade de se ir ao encontro da construção do conhecimento. Pensa-se menos, observa-se menos ainda e, na maioria das vezes, almeja-se objetivos quase inalcansáveis e frustra-se com isso. Está-se sempre na busca de uma felicidade utópica. Por isso nunca se consegue ser feliz. Em virtude disso, tanta tristeza e depressão, o mal da sociedade moderna.

É preciso, e imprescindível, que o educador ensine a criança a olhar, a valorizar o que está vendo por mais simples que a forma seja. Educar para a sensibilidade é um ato de amor, de conquista e de carinho. Aquele que é sensível ama, é feliz e passa isso adiante.

É muito importante ensinar as partes das plantas, os animais e seus reinos, ordens e filos, mas tão importante quanto isso é fazer o educando perceber a beleza da árvore, a importância da sua sombra, a complexidade da natureza, a belo barulho das águas, a magnificência da natureza e todos os seus detalhes.

Quem educa para a sensibilidade colabora para a formação de um adulto melhor, de um cidadão preocupado com o futuro do planeta e da vida humana. Quem é educado para a sensibilidade aceita o outro, respeita as diferenças e a pluralidade cultural, conhece a ética e é um ser ético e preocupado com o ambiente.

É fundamental ater-se aos detalhes. Ensinar conteúdos que talvez se precise é importante, mas ensinar a perceber o outro, a vida e valorizar tudo o que existe é muito mais necessário ao futuro de todos. Deve-se valorizar, então, a curiosidade da criança. Para ela um simples movimento de uma formiga, um voo de uma borboleta, um latido de um cão é um ato de louvor. Ela se espanta, valoriza, percebe, quer ver de novo...A criança sabe olhar, ser sensível. O adulto é que vai perdendo, sem explicação, essa dimensão da capacidade humana. Faz-se necessário, então, que se volte a ser criança no sentido de se deparar novamente com a possibilidade de observar, de ser sensível para perceber a vida, o homem, a natureza e todas as suas possibilidades.


Rosana Fernandes

Título: Educar para a sensibilidade: eis a nova missão do educador

Autor: Rosana Fernandes (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Cristina

    03-06-2013 às 18:55:09

    Rosana,
    Adorei o seu texto "Educando ara a Sensibilidade". Este é o Tema que desenvolveremos no V Encontro de Capacitação e Motivação de Eucadores Espirittas nos Nordeste Dos Estados Unidos em Stembro de 2013. Parabens! Voce nos inspirou.

    ¬ Responder

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Um sinal de compromisso

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Jóias Relógios
Um sinal de compromisso\"Rua
Exibir uma aliança de compromisso é, frequentemente, motivo de orgulho e, quando se olha para ela, vai-se rodando-a no dedo e fica-se com aquela expressão ridícula na cara.

Uma questão se coloca: qual a razão de estas alianças de compromisso serem tão fininhas: será porque os seus principais clientes, os jovens, são sujeitos de poucas posses (tendendo as mesadas a emagrecer ainda mais com a crise generalizada) ou porque esse compromisso, não obstante a paixão arrebatadora, é frágil e inseguro?

Sim, porque aqui há que fazer cálculos matemáticos: x compromissos vezes y alianças…com um orçamento limitado sobre um fundo sentimental infinito…

Depois, importa perpassar os tipos destas alianças. Há as provisórias, que duram em média quinze dias; há as voadoras, que atravessam os ares à velocidade da luz quando a coisa dá para o torto; há as que insistem em cair do dedo, sobretudo em momentos em que ter um compromisso se revela extremamente inoportuno; e depois há as residentes, que uma vez entradas não tornam a sair.

Os pombos-correios usam anilhas onde figuram códigos que os identificam. Talvez não fosse completamente descabido fazer umas inscrições deste género em algumas alianças de compromisso por aí…

Só para ajudar os mais esquecidos a recordarem a que “pombal” pertencem.

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Comentários

  • Luene ZarcoLuene

    22-09-2014 às 05:46:10

    Um sinal de amor e lealdade perpétua! Adoro ver os vários modelos de aliança! Vale a pena escolher uma bem bonita!

    ¬ Responder

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