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Índice de força relativa (RSI)

Categoria: Serviços
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Índice de força relativa (RSI)

Negociar com opções binárias pode ser perigoso se não utilizar os indicadores mais convenientes e com melhor gestão de risco. Assim sendo, falemos de um dos melhores indicadores da atualidade: o RSI.

Antes de começar a explicar a estratégia, primeiro entendam exatamente o que o RSI é. O índice de força relativa (RSI) é um indicador técnico utilizado na análise dos mercados financeiros. Pretende-se traçar a força ou a fraqueza de uma ação ou de mercado com base nos preços de fecho de um período de negociação.

O RSI é classificado como um oscilador de momento, medindo a velocidade e a magnitude dos movimentos de preços.

Agora que sabemos o que o RSI é, vejamos a estratégia!

A melhor coisa sobre esta estratégia é que ela envolve apenas o indicador RSI e a confirmação de três períodos de tempo. Por exemplo, digamos que negoceia opções de 30 minutos. Primeiro, defina as suas configurações de RSI para 3 períodos. Em seguida, olhe para os gráficos de 5 minutos, 15 minutos, 30 minutos e 1 hora e certifique-se de que o RSI está a apontar na mesma direção em todos os prazos.

Finalmente, quando estão na mesma direção, digite a sua opção na próximo vela. Se eles não estão no mesmo sentido sobre o lado da vela, é um sinal falso. Logo, certifique-se de que o RSI continua na mesma direção.

Uma das vantagens desta estratégia é a de que, quando se segue a estratégia corretamente, deve funcionar entre 75% a 85% do tempo.

É uma estratégia muito simples que não requer realmente nenhuma análise técnica, fundamental ou sentimental. Basicamente, só configura e espera que o mercado de RSI lhe dê um sinal.

Como quase todas as estratégias, isto não funciona 100 % do tempo. Mesmo que siga as instruções corretamente, uma vela volátil pode causar a perda do comércio.

Usando esta estratégia, pode ganhar 6 em 9 trades. Com uma perda de apenas 3 comércios, não é mau de todo. Então, no geral, esta estratégia pode ser muito rentável, desde que tenha atenção e a use conforme as instruções. Além disso, certifique-se de usar a gestão de risco correta de forma a evitar grandes perdas.

Portanto, antes de se empolgar e começar a usar essa estratégia com dinheiro real, recomendo que a teste em modo demo primeiro. Assim sendo, obterá a sensação de que está confortável e só depois poderá experimentar com dinheiro real.


Jerónimo Diogo Magalhães

Título: Índice de força relativa (RSI)

Autor: Jerónimo Diogo Magalhães (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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