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Dicas para escolher o vestido de sonho

Categoria: Eventos
Dicas para escolher o vestido de sonho

Num dia infinitamente especial e que se espera muitíssimo feliz, certos pormenores revelam-se de uma importância extrema, pelo impacto que poderão vir a causar na festa. O vestido da noiva é um deles. Uma noiva absolutamente deslumbrante é o ingrediente fundamental para fazer sonhar os convidados e, acima de tudo, o noivo.

Saiba, no entanto, que a escolha do vestido certo depende de uma série de factores e detalhes a ter em conta (físicos, monetários, estilísticos, etc.). Assim, deverá visitar mais de quatro lojas diferentes e evitar precipitações. Resista a pressões por parte dos lojistas incentivando-a a «comprar já antes que esgote». Existe uma grande variedade de vestidos e terá, com certeza, muito tempo para escolher. Por outro lado, o casamento é um acontecimento cada vez mais raro e, como tal, não sentirá grande concorrência na hora de ir comprar o vestido. Não se deixe igualmente pressionar por parte de familiares (mães, tias, primas, irmãs) em termos da cor ou estilo do vestido. Lembre-se de que é você que o irá envergar no grande dia e, como tal, tem de se sentir como peixe na água. Quando experimentar o vestido, teste a sua mobilidade, andando, sentando-se, rodando sobre si mesma – são movimentos que irá realizar durante um dia inteiro, não se esqueça!

Em termos de estilo propriamente dito, lembre-se de que para um casamento mais espectacular e celebrado numa catedral, não pode levar um vestido simples; da mesma forma, se se casar na capela da aldeia, evite levar vestidos complexos, com grandes caudas e véus gigantes que depois não cabem no interior da igreja. Tenha em atenção o tecido do vestido e o seu tipo: para um dia de Primavera ou Verão, opte por decotes à barco, em «V», «cai-cai» ou sem costas e eleja a seda como tecido preferencial. Para dias invernosos, terá de levar um vestido mais fechado e escolher o cetim (que acaba por ser mais quente e resistir melhor à humidade). Se tiver um físico um pouco mais forte, opte por vestidos estilo princesa, em que a cintura começa imediatamente abaixo do peito. Neste caso, deve também evitar acessórios chamativos, como laços ou brilhantes no peito e ao fundo das costas, uma vez que chamarão a atenção para estas zonas (que se pretendem disfarçar), bem como tecidos muito maleáveis, que adiram muito ao corpo e acentuem as suas curvas. Deverá, pois, escolher tecidos mais rígidos e duros. Se pensar em levar véu, lembre-se de que vestidos direitos, do género coluna, aceitam véus longos e vestidos rodados exigem um véu mais curto. Não descure ainda certos pormenores, como o penteado, o bouquet, as jóias, as luvas, etc. e conjugue-os com bom senso e bom gosto, de forma a obter uma imagem equilibrada e a deixar de lado os excessos.

Como pode ver, basta seguir pequenos truques para se sentir uma verdadeira princesa. Feliz conto de fadas!

Isabel Rodrigues

Título: Dicas para escolher o vestido de sonho

Autor: Isabel Rodrigues (todos os textos)

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Imagem por: Patricia Figueira

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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