Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Eventos > Feira do Rio Antigo (antiguidades e artesanato)

Feira do Rio Antigo (antiguidades e artesanato)

Categoria: Eventos
Visitas: 2
Feira do Rio Antigo (antiguidades e artesanato)

Como se não bastasse a Lapa, por si só, ser capaz de despertar o brilho nos olhos do carioca e dos visitantes da cidade maravilhosa, ela ainda nos presenteia com a Feira do Rio Antigo. A Feira do Rio Antigo ou Feira do Lavradio, como também é conhecida, é uma feira que ocorre todo primeiro sábado do mês na Rua do Lavradio, das 10h às 18h.

- O que vende a Feira do Rio Antigo?
Os artigos vendidos na feira dão a ela um caráter único. As antiguidades presentes são um prato cheio para os colecionadores ou aqueles que buscam peças antigas. Artigos clássicos de cozinha que vão da porcelana à prata, podem ser encontrados em peças únicas ou em jogos completos. Discos de vinil também são encontrados aos montes na feira. Pagode, rock, MPB e até mesmo trilha sonora de filmes e novelas. Tem discos para todos os gostos. Peças limitadas de coleção também são fáceis de encontrar na feira, principalmente aquelas que foram coleções de campanhas promocionais.

Uma das marcas da Feira do Rio Antigo é o seu aspecto artístico, que pode ser percebido assim que se chega à feira, pela quantidade de obras artesanais encontradas nela. Por preços baixos, se encontra na feira peças indígenas feitas de bambu e penas, desde anéis até maravilhosas peças decorativas para casa. Guitarras, baterias, motos e estátuas feitas em arames e molas também merecem destaque, pois são realmente impressionantes, muito bem trabalhados. E para os amantes da moda hippie: na feira se acha fácil brincos de pena, colares com mandalas ou bolsas artesanais.

- A ambientação
Além dos artigos vendidos, a Feira do Lavradio, por si só, já merece a visita. O clima histórico e cultural que rodeia a feira é único e digno de admiração. A arquitetura presente na Rua do Lavradio é uma obra de arte que, mesmo que fosse em outro lugar, seria impossível não associar à Lapa e a figura do malandro, e os artistas de rua, cartunistas, pintores e grupos musicais fecham a ambientação da feira com chave de ouro. Vale a pena sentar em um dos vários restaurantes ou bares para relaxar a apreciar o clima propiciado por eles.

Cleiton Lopes Pereira

Título: Feira do Rio Antigo (antiguidades e artesanato)

Autor: Cleiton Lopes Pereira (todos os textos)

Visitas: 2

0 

Comentários - Feira do Rio Antigo (antiguidades e artesanato)

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Os descendentes de Eça

Ler próximo texto...

Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios