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Aprenda a lidar com o desemprego

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Empresariais
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Comentários: 2
Aprenda a lidar com o desemprego

Em tempos de crise ou não, por vezes nos deparamos com a triste realidade do desemprego. São muitos os fatores que levam a ele, mas a única postura do trabalhador em relação a essa situação é não se deixar abater a buscar outras alternativas de sobrevivência. No mundo atual a criatividade tem gerado muitos outros tipos de empregos alternativos para garantir a renda no final do mês.

Algumas pessoas, empreendedoras por natureza, conseguem transformar momentos desesperados como este de não se obter emprego em grandes oportunidades de negócios. São inúmeros os casos de pessoas que sobreviverem as suas crises pessoais e familiares, ocasionadas pela falta de trabalho, canalizando suas ideias para grandes negócios. Fizeram das dificuldades as molas propulsoras do sucesso de seus pequenos empreendimentos.

As oportunidades raramente batem a nossa porta, nós é que devemos atraí-las com nosso potencial e desejo de vencer. Todos temos habilidades, algumas até desconhecidas, mas que quando a necessidade impera, elas aparecem e nos ajudam a superar os obstáculos. É necessário buscar em nós mesmos as potencialidades para dar a volta por cima e vencer. Se existe algo que eu sempre gostei de fazer, mas nunca tive oportunidade, quem sabe não investir nisso no momento em que não há outra alternativa? Dificilmente, o empreendimento dará errado, porque já começou certo. Começou com vontade e entusiasmo. Ninguém está dizendo que é fácil ou que será muito fácil partir do nada e virar empreendedor, fazendo aquilo que sempre sonhou. Essa é uma realidade de contos de fadas. No mundo real, para se alcançar os objetivos é preciso muito trabalho e dedicação, especialmente nos casos em que a própria pessoa busca outras alternativas de emprego.

Há vários casos de pessoas que usaram seus gostos pessoais para obter recursos extras. Os exemplos são muitos. Se a pessoa gosta de fazer bons pratos na cozinha e é bastante elogiada por isto, já está aí um potencial de mercado. Ela já tem o dom, já sabe fazer, resta tentar investir nisso como carreira profissional. Há muitos casos em que as pessoas iniciaram dedicando-se a gastronomia, vendendo a princípio para os amigos, depois para os amigos dos amigos e assim por diante, ampliando as redes de contato e vendas. Adquirindo clientes fixos e, em muitos casos, até conseguiram, com perseverança, abrirem seus próprios negócios no ramo alimentício. Por que não?

Para quem tem habilidade, criatividade e paciência, um ótimo recurso é se dedicar ao artesanato. Os trabalhos manuais, apesar de toda a industrialização, não perderam espaço no gosto popular. Os artesãos continuam criando e muitos vivem somente da sua arte. É bem possível seguir esse caminho, aprendendo as técnicas e inovando. Essa é a grande vantagem de quem trabalha com arte, é possível estar sempre produzindo peças únicas, desenvolvendo a utilização de materiais novos. Dependendo do trabalho, o custo é baixo e o produto valorizado, contribuindo para uma renda mensal bastante significativa. Há também a oportunidade de se participar de feiras de artesanato e ampliar os contatos. Em muitos casos, dessas feiras surgiram contratos até internacionais. Se o produto é bom, bonito e diferente, com certeza ele será valorizado e apreciado, conquistando o mercado.

São inúmeras as possibilidades, para os já graduados, existe a oportunidade de trabalhar com aulas particulares, dentro da sua área, auxiliando pessoas com dificuldades na aprendizagem ou que não estão apresentando um bom rendimento escolar ou acadêmico. Para aqueles que dominam a informática, ministrar aulas privadas de manuseio do computador ou formar grupos de estudos é uma ótima oportunidade de emprego informal.

O grande diferencial para se vencer as crises é buscar a inovação. Procurar fazer algo diferente, conquistar o seu espaço, acreditar no seu potencial. Quem acredita em si mesmo, segue adiante e vence. Por mais obstáculos que aparecem, o reconhecimento chega para aqueles que vão em busca das oportunidades. Num momento de falta de emprego formal o que resta é buscar em si mesmo alternativas para driblar a crise e não apenas sobreviver, mas viver bem. Basta prestar atenção no mercado, nas suas potencialidades e usar isso em benefício próprio.


Rosana Fernandes

Título: Aprenda a lidar com o desemprego

Autor: Rosana Fernandes (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoToni

    22-01-2015 às 23:28:34

    É muito difícil não ter uma renda mensal, eu já estive desempregado outras vezes, mas, dessa vez, tem sido barra suportar.
    Eu li seu artigo. Espero conseguir suportar. Valeu!

    ¬ Responder
  • Rafaela CoronelRafaela

    10-07-2014 às 23:31:30

    Uma fase bem importante para criar novas maneiras de mudar o pensamento, estudar, correr atrás dos sonhos e ver como é possível melhorar no campo profissional.

    ¬ Responder

Comentários - Aprenda a lidar com o desemprego

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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