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O que Vestir para Um casamento

Categoria: Eventos
Comentários: 2
O que Vestir para Um casamento

Existem festas de casamento em que são verdadeiros pandemónios de vestimentas. Se para alguns o casamento deve ser sinonimo de vestido de gala e digno de passadeira vermelha, outros convidados do mesmo evento desinibem-se e julgam-se de havaiana no pé.

Para que na mesma festa não se descurem indumentarias e para que tudo seja harmonioso quanto aos trajes, saiba o que toda a gente deve saber na hora de comprar a fatiota para o casório.
No que diga respeito às senhoras, existem coisas qua nunca (mesmo nunca) devem acontecer. Nenhuma convidada deve ir vestida de branco ou bege integral e muito menos se o vestido for comprido. Cabe somente á noiva as cores claras integrais e os compridos destes tons.

Se o casamento for ao final da manhã pode fazer-se acompanhar por um chapéu, mas deverá retirá-lo na altura do copo de água e se o mesmo não for ao ar livre.

Vestidos pedem-se sempre elegantes, mas dispensam-se lantejoulas e brilhos se o casamento ocorrer durante o dia. Justos, com decotes e curtos são bonitos mas escolha uma das opções. Nunca vista um vestido em que estas 3 opções sejam conjuntas e muito menos se o casamento for religioso.

Sapatos devem ser com um pequeno salto no mínimo e quanto a malas opte por uma pochete na tonalidade do sapato.

Use meias/collants. A perna ficará muito elegante e não julgue que não se fazem para quem quer usar um sapato aberto. Existem para verão e inverno, pelo que o calor também não é desculpa.

Quanto aos adereços, se usar uns brincos compridos, está “proibida” de usar fios e colares. Se não souber o que escolher, uma pulseira com um relógio elegante e um bonito anel fazem sempre despertar atenções.

Para os homens, o fato é o ideal. Se a cerimónia for mais informal pode ser optar por não levar gravata ou laço, mas a calça e casaco de fato com uma bonita camisa são obrigatórias.

Quantos ás meias, deixo-lhe uma curiosidade. Sabe que muitas mulheres reparam nas meias que os homens usam pois isso diz muito sobre eles? Deixo-lhe uma informação preciosa. As meias devem ser sempre da cor do sapato, como se fosse a continuação do mesmo.

Quanto a cintos, estes devem ser da cor do sapato. Não se esqueça de um bonito e elegante relógio.

Vista-se a rigor e com bom gosto. Se quiser chamar á atenção, faça-o com gosto ou o melhor é esperar pelo carnaval.


Carla Horta

Título: O que Vestir para Um casamento

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    02-05-2014 às 17:07:06

    É sempre uma escolha difícil para a mulher, mas é muito bom saber dessas dicas do que vestir num casamento, pois auxiliam na hora. Adorei!

    ¬ Responder
  • Sofia NunesSofia Nunes

    14-09-2012 às 18:20:17

    É sempre difícil saber o que vestir num casamento. As regras que ditam aquilo que devemos vestir e evitar consoante a estação do ano ou altura do dia só condicionam as nossas opções. Também o tipo de festa deve ser tido em conta, bem como o local no qual esta vai ter lugar. Para além disto, há sempre um problema adicional: estamos sempre sujeitas a ver um vestido igual ao nosso usado por outra convidada.

    ¬ Responder

Comentários - O que Vestir para Um casamento

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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