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É saudável viver a tristeza

Categoria: Saúde
Visitas: 24
Comentários: 1
É saudável viver a tristeza

Embora hoje em dia quase se crucifique quem se permitir ser vulnerável, a verdade é que tanto a tristeza como a alegria integram a nossa humanidade e são ambas lícitas e salutares, enquanto parte do espectro do espólio das nossas vivências.

Em acréscimo, não é fugindo da tristeza ou das coisas más que se as ultrapassa ou resolve. Andar de cara aparentemente alegre e fingir que se está no pico das forças, para além de uma desonestidade básica relativamente ao próprio “eu”, consubstancia um agravamento do problema, uma vez que se está a tentar ignorá-lo. Portanto, saber viver a tristeza sem evasões é meio caminho andado para a solução.

Numa sociedade em que se despreza a fraqueza e a incapacidade de estar “sempre bem”, em que é obrigatório produzir de forma constante, independentemente do que nos acometer ou afectar, em que, aconteça o que acontecer, tem de se andar para a frente, e em que a felicidade se mede pela quantidade de sorrisos amarelos, quantas vezes ensombrados pelo castanho das olheiras em que ninguém parece reparar, não há lugar para os sentimentos. Todavia, e não obstante toda a pressão social para que nos convertamos em máquinas, as emoções são-nos intrínsecas e não podem ficar aprisionadas, sob pena de a sua repressão originar patologias mais ou menos graves. Elas têm mesmo de ser exprimidas, de sair, de transmitir a sua mensagem. Para tal, é possível que seja preciso parar, interromper uma função mais produtiva e dedicar-se à introspecção. É na medida em que nos tornamos pessoas mais conscientes que vamos alcançando uma panóplia mais ampla de estratégias para ir superando o que vai ocorrendo.

Assim sendo, a tristeza não tem de ser evitada, abolida ou depreciada. Ao invés, sendo um estado de alma como outro qualquer, precisamos dela e temos de aprender a aproveitar os seus benefícios para crescer e amadurecer emocionalmente. O sofrimento pode ser vantajoso, pela capacidade de reflexão com que nos dota, pelos ensinamentos que aporta e pelos ajustamentos psicológicos individualizados que permite.

Naturalmente que não se recomenda a ninguém que mergulhe na tristeza indefinida e constantemente, até porque a não ultrapassagem dessa condição limita e sufoca. A melancolia só traduz a «alegria de estar triste» durante um certo tempo; depois, instala-se o desespero e a falta de sentido, antecâmaras da depressão.

Será importante, em variadas ocasiões, chorar para exteriorizar o que se está a sentir verdadeiramente, num espaço de intimidade consigo mesmo. Em acréscimo, o aflorar das sensações mais negativas pode ser o mote para escrevê-las ou conversar sobre elas com alguém. Uma visão imparcial dos acontecimentos é, invariavelmente, mais real. O objectivo fundamental não é eliminar a tristeza, mas arranjar rituais simples para que a tristeza não nos elimine a nós!



Maria Bijóias

Título: É saudável viver a tristeza

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • MarceloMarcelo

    18-02-2011 às 15:05:57

    o seu texto só falou a verdade,tem horas que a dor é tão grande que parece que quebramos os nossos corações...e o ar nos falta....mais o meu lema é desistir nunca retroceder jamais...só que as vezes falta força...primeiro se aprende que somos fortes e qdo enxergamos o qto somos ou podemos ficar fraco ,vc acha que tudo pode ou nao ser mentira ou nao passar de uma mera ilusão.

    ¬ Responder

Comentários - É saudável viver a tristeza

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Os primeiros brinquedos

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Tema: Brinquedos
Os primeiros brinquedos\"Rua
O brinquedo é mais do que um objecto para a criança se divertir e distrair, é também uma forma de conhecer o mundo que tem ao seu redor e para dar asas à sua imaginação. Desta forma, os brinquedos sempre estiveram presentes na sociedade.

Os primeiros brinquedos datam de 6500 anos atrás, no Japão, em que as crianças brincavam com bolas de fibra de bambu. Entretanto há 3000 anos surgiram os piões feitos de argila e decorados, na Babilónia.

No século XIII apareceram os soldadinhos de chumbo, porém só eram acessíveis às famílias nobres. Cinco séculos mais tarde, apareceram as caixas de música, criadas por relojoeiros suíços.

As bonecas são muito antigas, surgiram enquanto figuras adoradas como deusas, há 40 mil anos, mas a primeira fábrica abriu apenas em 1413 na Alemanha. Barbie, a boneca mais famosa do mundo, foi criada em 1959, mas ainda hoje é das mais apetecíveis pelas crianças.

O grande boom dos brinquedos aconteceu quando se descobriu o plástico para o fabrico. Mesmo assim, muitas famílias não podiam comprar brinquedos aos filhos, como tal, estes utilizavam diversos tipos de materiais e construíam os seus próprios brinquedos.

Actualmente, as crianças têm acesso a uma enorme variedade de brinquedos, desde bonecas, a carros telecomandados, a videojogos… Educativos ou apenas lúdicos, há de tudo e para todos os gostos e preços.

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Comentários

  • umdolitoys 23-01-2013 às 05:46:38

    Adorei a reportagem! e tenho algo para vocês verem!!

    Espero que gostem!!!

    ¬ Responder
  • sofia 22-07-2012 às 21:56:29

    Achei muito interecante e muito legal saber que ano foi fabricadoas bonecas

    ¬ Responder

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