Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Eventos > Bolo da noiva, um pormenor a ter em conta

Bolo da noiva, um pormenor a ter em conta

Categoria: Eventos
Visitas: 2
Comentários: 2
Bolo da noiva, um pormenor a ter em conta

O bolo de noiva, mais do que outros pormenores no casamento, assume uma importância especial, pois surge destacado num dos momentos «altos» da festa, em que os noivos, em conjunto, cortam a primeira fatia do bolo, oferecendo-se mutuamente um pedaço. Este ritual simboliza a primeira tarefa do casal em conjunto. Mas o bolo de noiva (assim chamado porque é a noiva a presença mais importante da festa) encerra muitos outros segredos e peculiaridades históricas.

Assim, fique sabendo que as suas origens remontam à época do Império Romano, em que, ao invés de um bolo, existia um «pão de casamento». O noivo cortava uma primeira fatia, que comia, na presença dos convidados e partia uma segunda fatia… na cabeça da noiva! Este ritual simbolizava o fim da virgindade da noiva e o domínio do homem sobre a mulher. Mais tarde, na Inglaterra da Idade Média, era costume os convidados trazerem bolos pequenos que juntavam num grande monte; os noivos tinham de, posteriormente, tentar beijar-se por cima dele, invocando a fertilidade futura. Foi aliás, a partir deste hábito que surgiu o bolo de noiva literalmente «construído» em andares, tal como o conhecemos hoje. Mais tarde, no século XVIII, adoptou-se a tradição de se guardar uma fatia do bolo do casamento que se punha debaixo da almofada da noiva, para que esta tivesse sonhos doces. Posteriormente, abandonou-se esta prática (que de prático não tinha nada) e substituiu-se a fatia por migalhas. Com o evoluir dos tempos, também se começou a dar maior atenção ao bolo, em termos de cor e de tamanho – quanto mais branca fosse a tonalidade da cobertura e quantos mais andares tivesse o bolo, mais endinheirada se revelava a família. De salientar que a brancura do bolo simboliza a virgindade e a pureza. Hoje em dia, costumes como guardar o último andar do bolo no congelador durante um ano ou mesmo esborrachar carinhosamente fatias de bolo na cara um do outro, são costumes que têm vindo a conquistar alguns adeptos.

De qualquer forma, saiba que pode optar por diversos recheios, formatos e coberturas: desde as nozes ao chocolate, passando pelo açúcar derretido até ao creme de manteiga e finalizando nos bolos tradicionalmente circulares com vários andares por cima até aos quadrados, a imitar caixinhas de presentes, a oferta é vasta e diversificada. Poderá colocar os costumeiros noivinhos no topo do bolo, optar por um bolo com grinaldas contendo flores verdadeiras que caem em cascata ao longo do mesmo, ou mesmo encomendar um bolo com sabores um pouco diferentes do habitual, como frutas diversas, cenoura ou queijo (!!).

Combine as características do bolo com o estilo da vossa festa, preocupe-se não só com o design do mesmo, mas também com a excelência da sua confecção e permita que os seus convidados guardem para sempre na memória aquele maravilhoso bolo de noiva.

Isabel Rodrigues

Título: Bolo da noiva, um pormenor a ter em conta

Autor: Isabel Rodrigues (todos os textos)

Visitas: 2

775 

Imagem por: Patricia Figueira

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    02-05-2014 às 21:02:23

    Muitas vezes, a preocupação é com o design, aquilo que está por fora do bolo e o mais importante que é o gosto, o sabor fica em segundo plano. A Rua Direita aconselha ver os dois, sem deixar um e nem outro de lado!

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoCândida

    02-09-2009 às 10:17:25

    Oi Isabel,

    O seu texto foi pouco claro..
    Será que pode indicar qual o bolo que está mais na moda? Os redondos estão ultrapassados já não se usa muito.

    Quanto ao recheio que aconselhas?

    ¬ Responder

Comentários - Bolo da noiva, um pormenor a ter em conta

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Ler próximo texto...

Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

Pesquisar mais textos:

Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

Imagem por: Patricia Figueira

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios