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Aposte num casamento diferente

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Eventos
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Aposte num casamento diferente

O dia do casamento é o coroar feliz de meses de preparativos e de muita ansiedade (positiva)! Os noivos desejam fazer uma festa à sua medida, tendo em conta o seu modo de estar na vida e, também, a sua disponibilidade financeira. Por vezes, noivos há que gostam de oferecer um dia diferente aos seus convidados (e a si próprios), alterando pequenos pormenores ou, mesmo, radicalizando o dia! E como?

Em termos dos pequenos detalhes, muito se pode fazer para inovar e tornar o ambiente único e irrepetível. As lembranças para os convidados são as que costumam variar mais. Assim, podem prometer a distribuição de pequenos kits anti-ressaca (contendo saquetas de sais de frutos, garrafinhas de água e uma toalhinha) aos convidados que abandonarem a festa após uma determinada hora (que se supõe mais tardia); podem personalizar caixinhas de chocolate ou de fósforos com fotografias, bem como chinelos onde, para além das fotografias dos noivos, se pode gravar em relevo os nomes dos noivos, para que as pegadas soltem pelo chão os nomes dos dois, um atrás do outro. Podem também personalizar balões coloridos que, depois, espalham pela sala. Podem também ter disponíveis frasquinhos de bolinhas de sabão, para entreter as crianças e alegrar o ambiente. Finalmente, podem colocar bonequinhos diferentes dos habituais no bolo da noiva e, ainda, fabricarem os vossos próprios convites – com materiais, recortes e grafias personalizados.

Por outro lado, noivos mais radicais podem querer casar-se de uma forma também ela radical! Assim, saiba que já houve quem se tenha casado na praia, no alto da serra, em alto mar (a bordo de um cruzeiro, ao melhor estilo de «Love Boat»), numa lagoa (a bordo de um pequeno bote, contando apenas com a presença do padre, dos padrinhos e de algumas testemunhas), numa gruta (é imprescindível não esquecer a iluminação), debaixo de água (resta encontrar um padre suficientemente corajoso para mergulhar juntamente com os noivos), num balão (não se esqueça de que o espaço é exíguo, logo o número de pessoas tem, igualmente, de ser restrito), ou mesmo em queda livre – assim dirão o sim mútuo a alta velocidade!

O que interessa mesmo é que o vosso casamento, tradicional ou não, seja feito de acordo com os gostos (e a disponibilidade financeira) de ambos e que, acima de tudo, reflita a felicidade que ambos estão a viver.

E já sabe que um dia de casamento feliz fica na memória de todos, principalmente se um pormenor absolutamente irreverente e original marcar presença na festa. Arrisque!


Isabel Rodrigues

Título: Aposte num casamento diferente

Autor: Isabel Rodrigues (todos os textos)

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Comentários     ( 7 )    recentes

  • Briana AlvesBriana

    27-08-2014 às 05:16:30

    Quero que meu casamento seja bem diferente, na verdade, do meu jeito, sem modismos. Vou apostar em algo bem informal e simples, porém deslumbrante! Meu sonho é fazer num lindo jardim ou chácara, com a natureza como pano de fundo.

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    01-05-2014 às 16:54:19

    A Rua Direita fica contente com essas dicas e agradece as sugestões!

    ¬ Responder
  • Carla HortaCarla Horta

    15-09-2012 às 22:52:06

    Casar num estilo campestre, onde possa tirar as fotos e fazer a festa no mesmo local, além de ser diferente é muito mais pratico. Combine um local onde a decoração convide ao estilo campestre e vai ver que o casamento será um momento muito intimo entre todos os convidados, ao contrario de casamentos enormes onde os convidados se dispersam.

    ¬ Responder
  • Rua DireitaRua Direita 04-04-2012 às 16:03:25

    Poderá sempre optar por realizar a cerimonia junto a um lago, se bem organizado, será tão bom ou melhor.

    ¬ Responder
  • SilviaSilvia

    03-04-2012 às 18:09:40

    Olá, fiquei muito interessada no casamento "praia". Moro em cidade litorânea.
    Como fazê-lo?
    Obrigada.

    ¬ Responder
  • FafáFafá

    14-04-2011 às 20:23:19

    Não quero um casamento tradicional quero um casamento na praia bem divertido onde eu pssa levar no minimo ums 70 convidados caso em abril de 2012 e gostaria de entrar em contato n faço ideia de como organizar um casamento na praia nem como seria o vestido nem como as minhas madrinhas iriam se vestir, meus convidados etc essas coisa adorei as dicas . hahahah obrigada.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoGlorinha

    02-09-2009 às 09:54:14

    Eu e o meu namorado estamos pensado em casar para o ano que vem, mas não quero um casamento tradicional.
    Estou estudando outras possibildades, gostei muiton da dica de casr no cruzeiro..É muito original!! Nunca tinha ouvido falar!
    Só resta saber se o padre aceita..
    Será que podia falar sobre como preparar um casamento? É que nem sei por onde começar..

    ¬ Responder

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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