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Flores indicadas para diferentes tipos de cerimónias

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Eventos
Visitas: 170
Comentários: 11
Flores indicadas para diferentes tipos de cerimónias

As flores também “falam”. Efetivamente, através das suas cores, formatos, aromas e “presença”, ajudam a comunicar pensamentos e sentimentos que as palavras, muitas vezes, tendem a entorpecer.

Embora se vá tornando cada vez mais raro o oferecimento de flores, certo é que muitos ainda recorrem a este meio natural (!) para expressar o seu amor, a sua gratidão, a sua júbilo, ou, simplesmente, o seu pedido de perdão e reconciliação. Precioso auxílio para os mais tímidos, elas transmitem uma determinada essência, um conceito. Assim, por exemplo, as orquídeas evocam o amor, a beleza, o luxo, a riqueza e a força. Podem oferecer-se a alguém que faça anos, estar presentes em nascimentos e promoções, ou servir de prenda entre namorados, para além de muitos outros empregos.

A tulipa representa elegância e sensibilidade. Imprime um carácter de charme e elegância aos ambientes. A sua mensagem varia de acordo com as suas pigmentações.
A margarida simboliza a virgindade, a inocência, a pureza e a paz. A sua cor comprova isto mesmo.

O girassol transmite força, calor, integridade e retrata felicidade, alegria, orgulho e amizade.

A rosa é tida como a mais romântica das flores. A vermelha exprime paixão, amor, coragem e respeito.

O perfume exótico do jasmim augura sorte, alegria, inocência, pureza e paz.

A gerbera, por seu turno, de tons mais vivos, reporta alegria, pureza e simplicidade.

Todas as flores e cores, assim como as suas combinações, dizem algo. Se se pretender passar uma imagem de sobriedade e elegância, recomendam-se tons discretos e luminosos; para uma imagem primaveril e elegante, são preferíveis flores do campo; uma imagem forte e apaixonante encontra expressão em tonalidades vermelhas a alaranjadas. Para escolher as flores a constar de uma cerimónia, há que ter em atenção o tipo de festa, a formalidade exigida e, eventualmente, o tema do evento.

Casamentos e noivados requerem arranjos brancos ou em tons pastel. Os lírios brancos (designativos de pureza, casamento, doçura, inocência) seriam o mais indicado, se bem que as orquídeas também constituem uma boa opção.
Ao visitar pessoas doentes, as rosas brancas veiculam paz e prosperidade. Já se se tratar de um agradecimento, as cor-de-rosa são as mais indicadas, por estarem associadas à gratidão sem segundas intenções.

Em inaugurações, as flores tropicais ou nobres, formando arranjos mais duráveis, são as ideais. Adicionalmente, a decoração do espaço deve realçar a aparência destas flores.

Para cerimónias com crianças, o melhor é enveredar por arranjos pequenos, com muita cor e, eventualmente, acompanhados com algum boneco de pelúcia ou guloseimas.

Os bouquets de noiva (combinados com o modelo do respectivo vestido) podem ser compostos por violetas (que reproduzem a felicidade), tendo, todavia, em conta que elas não aguentam a exposição ao sol, orquídeas (beleza, sofisticação, requinte), cravos (distinção e paixão – mais usados em cerimónias diurnas e a céu aberto) ou margaridas brancas. De salientar que as flores do bouquet e da grinalda não devem ser iguais às empregues na decoração.

Para o Dia da Mãe, as tulipas, as rosas, os lírios, flores do campo ou gerberas são excelentes eleições. A cor branca significa paz, amor a tranquilidade, ou seja, o resumo do que uma mãe incarna.


Maria Bijóias

Título: Flores indicadas para diferentes tipos de cerimónias

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Imagem por: travlinman43

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Comentários     ( 11 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    27-08-2014 às 05:09:17

    É a primeira vista que temos são as flores na cerimônia. Apesar de serem muito caras, as flores deixam o local muito mais romântico, delicado, bonito e com um aroma perfeito! Adoro ver as orquídeas, elas transmitem a pura perfeição, são lindas!

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    01-05-2014 às 16:51:02

    As flores nos encantam! Na cerimônia, então, elas precisam fazer parte sim, com toda certeza. Mas, como você bem colocou é preciso conhecer as que mais são indicadas. Adorei!

    ¬ Responder
  • jane

    04-01-2013 às 20:04:06

    que linda estab flor?

    ¬ Responder
  • STEPHANYE SALES

    20-09-2012 às 16:20:20

    GOTEI MUITO DAS FLORES

    ¬ Responder
  • Carla HortaCarla Horta

    15-09-2012 às 22:48:04

    As rosas são um verdadeiro mundo, pois as suas cores podem significar uma imensidão de sentimentos. Se as rosas vermelhas são amor e paixão, as brancas significam pureza e inocência, as cor de rosa podem ser usadas como forma de agradecimento e as amarelas são ideais para as mais jovens, pois têm um cariz de malícia. Se quiser cores mais extravagantes, as pretas significam tristeza, as violetas calma e pacifismo.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoCarolina

    01-01-2012 às 19:14:01

    Gostaria de saber o significado da flor da Plumeria

    ¬ Responder
  • Gabriela MarquesGabriela Marques

    09-11-2011 às 14:35:06

    Qual e o nome desta flor da foto...

    ¬ Responder
  • Arlindo AlmeidaArlindo Almeida

    31-10-2011 às 13:22:05

    @Faby
    Trata-se da flor da Plumeria.

    ¬ Responder
  • FabyFaby

    10-08-2011 às 18:03:48

    Oiiiieee... Eu gostaria de saber qual é o nome dessa flor amarela que aparece... Beijão

    ¬ Responder
  • Tatine Ferreira SotoTatine Ferreira Soto

    26-08-2010 às 04:41:31

    por favor, quero uma dica de um tipo de flor que combine com alegria e ao mesmo tempo represente seriedade. /trata-se de uma formatura do terceiro ano E.M.
    ah não esqueça por favor que temos que economizar também rsrs

    ¬ Responder
  • rebeca barrosorebeca barroso

    16-04-2010 às 17:53:33

    Prezada Senhora,
    Parabéns!!!
    Gostaria de saber que tipo de flores e quais as cores que voce me sugere? numa cerimonia de aniversário de 75 anos do meu orgão. Vai ter uma mesa onde as autoridades vão ficar e as mesinhas para o coquetel.
    obrigada pela atençao
    Rebeca

    ¬ Responder

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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