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Poemas Exclusivas

Categoria: Literatura
Poemas Exclusivas

Profundo
Profundo é esse amor
Que ao meu coração aquece
Minha alma que se permite
Queimar no fogo da paixão,
Emaranhado pela imensidão
Do universo que nem em muitas vezes
Se multiplicado uma vez chega próximo,
Tão quão mais forte seja do que
O fogo que exala em meu peito,
Encurralando o meu intimo em
Tão poucos segundos antes que todo o
Universo seja tomando pelo fogo que nada mais
É do que a principal característica de quem ama ou
É amado e um dia,
Foi perdidamente amado.

Na Chama
Na chama deixo-me queimar
No fogo tão quão ardente,
Que incendeia o meu coração
De maneira tão quão avassaladora
Não me permitindo que as próprias decisões
Eu tome para que possamos desse amor,
Colher bons frutos maduros,
Sadios constituindo uma fruteira
Tomada pelas cores fortes,
Fracas ou coloridas como a sede por amor
Que nada mais é do que o fogo da paixão tão quão
Enriquecedor do que todo o dinheiro no mundo,
Inclusive esse maldito ou,
Bendito fogo que mata a sede do meu coração.

Agonia
Agonia que atormenta
O meu coração nesse insignificante
Princípio de perdição
Que engloba nessa imensidão,
A escuridão que parece
Fortalecer a ilusão
Trancafiando-me em um submundo
Onde o silêncio se faz como sua principal natureza
De tanta e tamanha ruindade
Que conduz há um satírico princípio de suicídio
De um sentimento delicado que
Emotiva uma sensação inexplicável,
Pelo prazer insaciável de ternura entre os
Nossos corações que se completam e juntos
Conjugam-se.

Inseparavelmente
Inseparavelmente é o nosso
Coração que há cada atrito no olhar,
Há cada mexida que dá nestes cabelos
Lindos que tão rápido cresceu de forma
Já que nunca os deixei fazer com que desacredite
Em nosso Criador que nada mais é do que nosso mantenedor
De alma e de coração,
Sensações gostosas e emoções delicadas
Nos prazeres da vida que já vivemos até antes que
O vendaval viesse nos torturar e,
Que o nosso amor se provou mais forte
Do que qualquer esmero venena que atiram contra a
Raiz desse amor que nem a avalanche destruidora o fez
Desatar aos prantos da escuridão que ousadamente
Nada teme a nossa paixão e que nada teme à escuridão.

Conjugam
Conjugam as flores que
Nas primaveras ganham cores
Todas as manhãs com o despertar,
O nascer do sol pela janela do
Nosso quarto,
Ninho de amor que há cada noite
Reacende-se o fogo que nos faz recordar
Todas as noites que tanto quanto nos amamos
Pelos cobertores que são presenteadas pelo seu
Delicado perfume que ao meu coração se conjugam
E à paixão sacia minha excitação.





Princípio
Princípio dessa chama
Começar a me incendiar por dentro,
Desse fenômeno tão extinto
Nos corações de homens que vivem a guerra
Ou na guerra por apenas algo que um buraco negro
No estômago se cubra,
Saciando a sede de sonhar com
Que essa desapropriada situação vergonhosa
De morrer de fome ou de pobreza,
Mas o que adianta escolher se o princípio de
Mudança não vem de meu pensamento no grupo,
Na legião de brasileiros que nas estradas e nas portas
De hospitais públicos ou privados tem que pedir por misericórdia
Para que não o deixe morrer,
Ou que não o deixe inabilitado de funções
Que nada e ninguém o entendem o fazer já que ninguém
O pensa em quem não tem a sorte da proeza de fazer escolhas
Ou pode mudar o destino final dele a não ser o caixão
Já que a sociedade capitalista não o vê
E nem o faz do impossível para enxergar quem por pobreza
Ao seu lado morre pedindo pela sua clemência.

Clemência
Tenha de minha alma a compaixão
Com a qual cedo ao seu coração
Com tanta paixão que não sei nem mesmo
Com que palavras te explicarem a sua dimensão
Devido a essas instâncias com a qual me coloco
Por tanto amar,
Por tanto me dedicar à vida
A seu bem-estar principalmente ao seu coração
Que ao meu se completa e tanto
Conjuga-se em nome dessas tão ardentes paixões
Que dá ilusão se faz de maestria ao
Denominá-lo como um caminho proibido
E sem volta que jamais será escolhido
Ou percorrido.

Percorrer
Correr a maratona de sonhos
Para fugir das sombras,
Dos pesadelos que parecem
Perseguir minha alma caluniada
Por seus desejos,
Pelos seus instintos de mulher,
Porém sejam tão contravertidos as
Sensações para com meu coração incendiado
Pela paixão que foras tão desmentida por
Sua existência em minha vida que passou a ser colorida
Como o arco-íris que parece tão quão distante
Do sol em relação do meu coração e
Essa emoção que ocupa essa imensidão.

Escolhas
Escolhas feitas pelo meu coração
Que aos prantos chora por misericórdia
De quem por tanto amor nos cedeu à vida,
Pela minha alma que chora a mesma instância
Em que as feridas que eu mesmo me provoquei
Por tanto amar a quem por intercorrência dos nossos destinos
Que se atraem por seu delicado e
Afável perfume de rosa que plantei embora
Agora apenas meu coração colha espinhos em frutos
Estragados devido ao vendaval de ilusão,
Ao período angustiante de chuva ácida,
Que são como lágrimas do coração
Que ao seu pede por misericórdia,
Por piedade em nome desse singelo sentimento
E com a sensação de leveza tento continuar a voar.

A Leveza
A leveza com que me faz voar
Até as estrelas alcançar para poder tocar
Para acariciar como se fosse o meu coração
Para qual tanto amor
Doou com tanto apreço
Essa coisa que como gata agarra
O meu peito para corroer minha alma,
Ao mesmo tempo parece curar feridas que
Nunca pareciam cicatrizarem,
Nunca pararem de sangrar e
Muito menos de me fazer chorar clamando
Aos quatro ventos que essa paixão é mais verdadeira
Do que a insistência de pisar em espinhos para despejar lágrimas.

Despejo
Despejo nas terras nas quais
Vós pisais com tanta ignorância esse
Amor que ao meu peito tange a arder
Sem me dizer o porquê de tanta ardência,
Tanta teimosia,
Tanta frescura que às vezes faz-me ter o
Desejo de entrar em greve em relação às rosas
Que revestem o solo em que pisa para jogar espinhos,
Para ver se sente o mesmo que eu,
Se seu coração chora desesperadamente
Como o meu que aos seus pés se joga e
Despeja,
Humilha-se sem um pingo de atenção
Para que me destine ao seu coração que se
Desfaz o laço que nos unem como se um só fosse.

Falta
Falta uma metade de mim
Que ao seu coração está eternizado
Nas estrelas junto com nossas memórias,
De alegria e felicidade com poucos
Momentos de aflição a que me fizesse sentir-me
Ao lugar de alguém que com tanta crueldade mata
Em nome de um Santo,
Em nome de si ou alguém
Que maneja esse tipo de guerra terrorista
De em vão clamar o nome de quem por tanto amor,
De quem por tanto afeto
Dedicou-nos o fogo tão ardente de seu abraço
Tão quão fraterno e
Amoroso.

Desfaça-se
Desfaça esse nó que há
Entre os nossos corações que se
Completam, mas à medida que se atraem,
Convulsivamente minha alma
Começa a chorar por tão pouco tempo
Em que a presença desse amor durará por
Apenas um dia de nostalgia
Para o resto do ano de depressão já que
Tanto quisera partir para um mundo sem drogas,
Sem maldade,
Muito menos crueldade deixando para
Traz o amor que tanto parecia tão sólido e
Invencível aos olhos de quem por fora observava
Os nossos entreolhares apaixonados.

Invencíveis
Invencíveis somos nós por
Tanto amar sem querer
Obsessivamente te desejar
Como se tudo fosse,
Como se tudo se resumia em meu coração
Aos pedaços por ser sobrevivente mais que vivo e único,
Dá sua sensação de desprezo ao coração
De todos que todo o amor do mundo acumula
Só para quem com tanta raiva que os fazem sentir a dor da paixão
Que somente não mais dói do que a dor causada pela ilusão,
Deixando a alma enterrada pela areia movediça pela perdição
Na escuridão causada pela escuridão
Que é decorrente a essa depressão e que
Ao suicídio me conduz.

Metralha
Metralha esse meu coração
Com esse amor a que tanto lhe suplico
Já que essa imensidão tão pequena ficou
Para a ilusão que me pegou por tanto amar a ti
Como me dizia amar ao meu coração
Que é lágrimas de emoção ficava até antes que dissesse
Que tanto queria ouvir de seu coração de forma
Que tão quão espera para sair da escuridão
Para procurar refúgio no calor de seus braços
Que pareciam me salvar como se fosse o esconderijo
Ao bandido que para sobreviver recorria
Ao seu amor e ao fogo da paixão que
Metaforicamente incendiava minha alma assim
Se vulcão houvesse acordado em questões de poucos
Segundos para muito antes me enlouquecer e
Incendiar-me.

Medalhões
Medalhões do coração
Que no alije das conquistas
Coloca o períspirito de quem tanto
Ama a Deus,
De quem tanto agradece a Jesus,
Aquém por Maria cedem as devoções
Lindas de quem a Deus dedicou tanto amor,
Aquém por Jesus dedicou tanto do
Seu mais esmero zelo,
Aquém Jesus eternamente será grato
Ao tempo que durará o tempo de sua vida
Que nada mais se corresponde ao tempo da eternidade,
Que com fraternidade
A todos acolhe com felicidade.

Valor
Valor que há sua vida,
Que há os batimentos do seu coração,
Que há cada presença ao meu lado,
Que há no seu respirar e
Que há no seu cantar,
Que há no seu amar
Que faz da existência já submissa da ilusão
Não mais existir em meu coração que apenas
Consagra-se nessa imensidão irradiado
Pela luz divina e pelo viver do anjo
Eternizado em sua alma.

Submisso
Submisso é esse amor
Que por dentro do meu coração
Transcende a emoção enriquecedora
De sensações tão quão delicadas em relação
Ao calor esse que na aproximação
De duas almas gêmeas,
De dois corações que se completam,
Duas almas que se convergem,
Que se unem não só de períspirito
Como também de corações que se unem
Mesmo que submissa esteja há tudo perfeito
E tudo que seja consideravelmente horrível.

Perispirito
O perispirito de quem ama
É como a de um que no corpo de um bebê,
O mundo acaba de conhecer mesmo que tão
Pequeno não saiba o que quer dizer todo o
Significado de viver a vida em um
Mundo que apenas reflete o ódio das pessoas,
Mesmo que embora o amor divino de Deus esteja
Por toda parte,
Principalmente estando presente
No angelical olhar de uma criança que nada saiba,
Embora tudo virmos sem entender a causa
De tanto distúrbio convulsivo de ódio e rancor.

Convenciona
Convenciona o amor que
Ocupa essa imensidão que
Sem compaixão extermina
A ilusão sem que haja exceção
Para o coração ceder-se ao perdão
Recapitulando alguns ensinamentos,
Alguns aprendizados de aos inimigos do coração,
Ceder-lhes o fogo da paixão que por dentro o incendeia
Sem a submissão dessa intensa e
Incessante paixão desejando-o acolhimento
Ao reino onde a magia do bem se reflete nas lágrimas
Da alma que se purifica e do coração
Que sem esperar pela eternidade,
É passado a limpo.

Ditadura
Ditadura em meu coração
Por querem tomar decisões em meu lugar,
Tirando-me o prazer da autonomia
Do que é ir e voltar de local em que o trabalho
Pelo apreço autônomo busco em auto mar,
Busco a veleja,
Sentindo-me flutuar,
Minha alma se libertar do autoritarismo do coração
Amado por quem ama ditar regras,
A liberdade que pela infelicidade deixo entre os dedos escaparem,
A rédea autônoma da alma que se deixa levar pela água,
Inclusive o desprazer de tanto amar e
Sem me calar deixar que o prazer em acumulo
Consuma-me.

Consumo
Consumo de drogas
Que mesmo estando na superfície
Leva-me às alturas sem fim,
Alcançando a eternidade
Mesmo sem asas,
Muito menos felicidade,
Algo que a ceda-me a eternidade
Desse amor que apenas crescia quando
Juros e mais juros a alma cobrava do coração
Por uma mais justa compressão devida
Essa ilusão que me fez
Sonhar todas as noites com as estrelas quando
No espeto me queimava sem dor sentir a falta desse
Amor que tanto pensava me consumar e
Para quem o meu tesouro entregava.

Tesouro
Tesouro não é aquele que
Concede-nos o valor material que
Nada ao perispirito acrescenta com amor,
Mas sim é o ardor
Do amor que tange a arder em meu coração
Que chora devido à depressão convulsivamente,
Sem dar a chance mais que necessária
Ao amor que nada de valor material se acrescenta
Por apenas fazer nascer da alma uma esperança de por
Esse amor poder conhecer a felicidade que tudo
Ao tesouro da alma,
Do coração acrescenta com a maior compaixão
Que nada subtraí por apenas acrescentar o que já existe,
Mas que não saiba ou não queira aceitar.


Kaique Barros

Título: Poemas Exclusivas

Autor: Kaique Barros (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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Título:Martelos e marrettas

Autor:Rua Direita(todos os textos)

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