Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Saúde > Como acabar com os Soluços?

Como acabar com os Soluços?

Categoria: Saúde
Comentários: 1
Como acabar com os Soluços?

Em tempos, muitos mitos envolviam os soluços. Quem soluçava podia estar sujeito a mau agoiro, mau-olhado ou até ter sido alvo de bruxarias complicadas. Com o passar dos tempos, a medicina explicou-nos que os soluços é uma causa perfeitamente natural e fisiológica e que ninguém está livre dela.

São chatos, incomodativos, podem demorar a passar e por vezes fazem doer na zona do estômago e diafragma. Os soluços são mesmo assim e há mesmo quem sofra com os ditos, devido á frequência com que os tem.

Mas afinal, o que são os soluços?

Quando comemos, o peristautismo faz com que o alimento seja empurrado da boca para o estômago. Os soluços ocorrem devido ao movimento inverso. Isto é, ocorrem contracções da musculatura do esófago em direcção à boca, dá-se um soluço. Um soluço resulta de um estímulo dos músculos relacionados com o diafragma, resultando numa inspiração rápida.

Agora que já sabemos o que são os soluços, é importante saber o que os causa. Apesar de muito estudados, não existem dados concretos para se ter a certeza das causas dos soluços. No entanto, conseguimos saber que bebidas alcoólicas, bebidas com gás, ingestão de comida ou bebida muito fria ou quente e até o riso podem causar verdadeiros ataques de soluços bastante incomodativos.

Mas afinal, o que fazer para que estes soluços passem o mais rapidamente possível?

Existem algumas ideias que funcionam nuns e noutros, mas infelizmente nem em todos. Assim, se estiver a ter um “ataque” de soluços, o melhor é ir experimentando o que melhor resulta consigo.

Um dos truques mais antigos é beber água. Sete golos seguidos e grandes podem acabar com os soluços.

Relativamente à cura através da água, há ainda quem diga que deve beber água de cabeça para baixo. Naturalmente que alguma água lhe deverá entrar pelo nariz, mas se calhar o truque é esse mesmo.

Um susto também é uma das teorias na guerra de acabar com os soluços, mas atenção, pois dizem os antigos que um grande susto pode provocar gaguez.

Nas ideias que se podem ouvir por aí, existem umas bastante engraçadas que ninguém imagina mesmo se resultam. A primeira é puxar a língua. Percebeu bem. Deite a língua de fora e puxe-a para fora.

Se não resultou, experimente mais uma ideia curiosa. Pegue num cotonete e faça cócegas no palato mole do céu-da-boca.

Acha que teve piada? Então tenha em atenção ao que ri, pois o riso pode provocar soluços.


Carla Horta

Título: Como acabar com os Soluços?

Autor: Carla Horta (todos os textos)

Visitas: 0

798 

Imagem por: theilr

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 1 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoZée

    30-03-2011 às 17:47:15

    Muito iteressante acho que vou me basear nisso para meu trabalho ;D

    ¬ Responder

Comentários - Como acabar com os Soluços?

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Os descendentes de Eça

Ler próximo texto...

Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Imagem por: theilr

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios