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Como se Despede um Funcionário?

Categoria: Empresariais
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Como se Despede um Funcionário?

Se depararmo-nos com uma situação de desemprego é uma coisa complicada e produz sentimentos difíceis de gerir, despedir um funcionário pode não ser uma atitude a ser tomada de ânimo leve. Apesar da maior parte de nós, enquanto funcionários, achar que despedir um funcionário não é complicado e que a entidade patronal tem sempre um sangue frio muito grande, a realidade pode não ser essa. Despedir um funcionário pode por um lado ser um alívio, mas pode, em muitas situações ser um assunto com custos emocionais complicados.

A crise numa empresa instala-se quando menos se espera e se a subida é gradual e complicada, conseguida a custo, a descida é rápida, acentuada e em queda livre. Numa situação destas, muitas são as entidades patronais que se vêem obrigadas a reduzir (por vezes de forma substancial) o número de empregados.

Mas e como o fazer? Bem, se é dono de uma empresa e se encontra numa destas situações, saiba que deverá seguir o que está previsto na lei (Código do Trabalho), pois poderá ter de enfrentar funcionários que não compreenderão a situação precária da empresa.

Se a única solução é despedir mais do que um funcionário, deverá reger-se por um despedimento colectivo. Relativamente aos funcionários que deverá dispensar, a lei obriga a que sejam os com contrato mais recente. Os funcionários mais antigos são os últimos a ser despedidos, mesmo que a sua prestação não seja a melhor.

Se a solução está em despedir um só funcionário poderá (e deverá) utilizar o despedimento por extinção por posto de trabalho. Isto significa que o posto de trabalho vai deixar de existir. Podem por exemplo existir duas pessoas a fazer o mesmo trabalho, mas passará a ser feito só por uma, pelo que o posto da segunda deixará de existir.

Em ambas as situações, é obrigatório a empresa empregadora comunicar em primeiro lugar e com 60 dias de antecedência, que existe a intenção de extinguir o posto de trabalho. Desta forma o trabalhador pode contestar ou não. A segunda comunicação explica que o posto vai ser extinto e que o funcionário em questão deixará de trabalhar a partir de determinada data.

Estas cartas são enviadas por correio registado, mas o procedimento pode ter outros contornos.

Custe-lhe ou não dispensar um funcionário, o ideal é conversar sempre com ele antes da recepção da referida carta. Explique-lhe a sua intenção e porque o faz. Combinem detalhes e coloquem-no por escrito, se possível. Prepare-se, as emoções estão ao rubro e pede-se muita paciência e bom senso. Se ninguém gosta de despedir, acredite que ninguém gosta de ser despedido.


Carla Horta

Título: Como se Despede um Funcionário?

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Imagem por: alancleaver_2000

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Comentários     ( 5 )    recentes

  • SophiaSophia

    01-05-2014 às 15:37:09

    É sempre bem delicado despedir um funcionário, mas se a pessoa souber falar com jeitinho não causará constrangimento nele. Usar o profissionalismo é fundamental nessas horas.

    ¬ Responder
  • lucimara resende

    15-01-2013 às 16:04:42

    meu patrao nao vai fechar a empresa,mas nao quer ter funcinario.qostaria de saber si ele terá custos ao me dar a carta pra receber o subsidio. meus cumprimentos .obrigado

    ¬ Responder
  • paulo alves

    09-11-2012 às 17:49:12

    boa tarde, despedimento por extinçao do posto de trabalho- a notificaçao pode ser verbal? ou tem que ser por escrito? os 30 dias por ano podem ser negociaveis para mais? ou é o legal por lei? pode a funcionaria negar o despediemnto ? obrigado

    ¬ Responder
  • Sofia NunesSofia Nunes

    18-09-2012 às 12:56:00

    Concordo consigo quando refere que o empregador deve conversar com o trabalhador despedido antes do envio da carta. Sabendo que o despedimento é algo que terá grande impacto na vida daquela pessoa, que terá de se habituar de novo à rotina -que poderá estender-se durante um longo período de tempo- de procurar emprego e recuperar contactos, o empregador deve mostrar sensibilidade no momento dessa comunicação. Será um momento tenso, mas não terá de ser destrutivo.

    ¬ Responder
  • Gabriel MarquesGabriel Marques

    02-01-2012 às 10:53:14

    Bom dia, será que me pode ajudar no processamento da carta de despedimento de um funcionário por extinção do posto de trabalho?
    O acordo com o funcionário já existe, agora só falta mesmo essa carta para ele poder apresentar no fundo de desemprego. Obrigado pela atenção.

    ¬ Responder

Comentários - Como se Despede um Funcionário?

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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