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Just in time

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Empresariais
Comentários: 1
Just in time

Just in time é um termo administrativo que, ao pé da letra, pode ser traduzido como “bem a tempo”. Just in time é uma ferramenta surgida em meados dos anos 70, pela Toyota Motor Company. Esta ferramenta nasceu da necessidade de um sistema de produção flexível à demanda de cores e tipos de veículos, para a produção mais rápida e personalizada. O sistema Just in time pode ser adaptado para todo o tipo de empresa, sendo conhecido em todo o mundo e altamente popularizado no Japão.

O Planejamento e controle Just in time visa atender à demanda instantaneamente, com qualidade perfeita e sem desperdícios. O Just in time significa produzir bens e serviços exatamente no momento e que são necessários – não antes para que não transformem em estoque, e não depois para que seus clientes não tenham que esperar. Pode-se adotar este tipo de medida para um melhor aproveitamento em qualquer empresa, eliminando todo o tipo de desperdício, com envolvimento de todos tendo como resultado um aprimoramento contínuo e evolutivo. O desperdício pode ser definido como qualquer atividade que não agrega valor. Segundo a Toyota, empresa japonesa, há 7 tipos de desperdício, os quais acredita-se na possibilidade de serem aplicáveis em vários tipos de operações diferentes – tanto de serviço como de manufatura:

- Superprodução (produzir mais que o necessário).
- Tempo de espera (eficiência das maquinas e mão de obra)
- Transporte (mudanças no arranjo físico, aprimoramento)
- Processo (aprimorar operações que geram desperdício no processo)
- Estoque (grande alvo para eliminação deve-se eliminar a causa)
- Movimentação (aprimorar moldes e dispositivos para não atrasar mão de obra)
- Produtos defeituosos (custo do material e parte do custo de mão de obra está envolvido na produção com qualidade ruim).

Esta abordagem Just in time coloca novas demandas importantes para a função de manufatura. Na verdade, o Just in time requer em ideia alto desempenho em todos os objetivos de desempenho da produção.

Os objetivos de desempenho variam de empresa para empresa. Mas no geral, são: a busca por qualidade, rapidez na produção, confiabilidade no produto, flexibilidade de produção e custo baixo.

O Just in time também é conhecido como Melhoria Contínua, Produção Sem Estoques, Eliminação de desperdícios, entre outros.


Wallace Randal

Título: Just in time

Autor: Wallace Randal (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Vicente SilvaVicente

    02-07-2014 às 18:53:55

    Excelente! Não sabia sobre esse termo que já deve estar bem influente em muitas empresas. "Just in time" é uma forma muito eficaz de ter seu trabalho feito na hora certa e sem prejuízos. Fantástico!

    ¬ Responder

Comentários - Just in time

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Superstições Náuticas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Barcos
Superstições Náuticas\"Rua
Todos temos as nossas manias e superstições. Não que se trate de comportamentos compulsivos, mas a realidade é que mesmo para quem diz que não liga nenhuma a estas coisas, as superstições acompanham-nos.

Passar por baixo de uma escada, deixar a tesoura, uma porta de um armário ou uma gaveta aberta ou até deixar os sapatos em posição oposta ao correcto, são das superstições mais comuns. As Sextas-feiras 13 também criam alguma confusão a muita gente, mas muitos são os que já festejam e brincam com a data.

Somos assim mesmo, supersticiosos, uns mais do que outros, mas é uma essência que carregamos, mesmo que de forma inconsciente.

Existem no entanto profissões que carregam mitos mais assustadores do que outros, e por exemplos muitos actores não entram em palco sem mandar um “miminho” uns aos outros.

Caso de superstição de marinheiro é dos mais sérios e se julga que se trata só de casos vistos em filmes de piratas, desengane-se. Os marinheiros dos dias de hoje carregam superstições tão carregadas de emoção quanto os de outros tempos.

Umas mais caricatas do que outras, as superstições contam histórias e truques. Por exemplo, contra tempestades, muitos marinheiros colam uma moeda no mastro dos navios.

Tal como fazem os actores, desejar boa sorte a um marinheiro antes de embarcar, também não é boa ideia. Os miminhos dados antes de entrar em palco também servem para o efeito.

Dar um novo nome a um barco é uma péssima ideia para um marinheiro. Dizem que muitos há que não navegam em barcos rebaptizados.

Lembra-se que os piratas de outros tempos utilizavam brincos? Pois isto faz parte de uma superstição. Dizem que os brincos evitam que se afoguem.

Entrar com um pé direito na embarcação é sinal de bons ventos. Tal como acontece com muitos de nós, os marinheiros também não gostam de entrar de pé esquerdo.

Já desde remotos tempos se dia que assobiar traz tempestades. Ora aqui está um mote dos marinheiros, pelo que se assobiar numa embarcação, arrisca-se a ter chatices com o marinheiro.

Verdades ou mentiras, as superstições existem e se manter os seus próprios mitos acalma um marinheiro, então que assim seja. Venham as superstições náuticas que cá estamos para as ouvir.

Já agora uma curiosidade ainda maior. Dizem que se tocar a gola de um marinheiro passará a ter sorte. Será verdade ou foi um marinheiro que inventou?

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Carla Horta

Título:Superstições Náuticas

Autor:Carla Horta(todos os textos)

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    17-06-2014 às 06:39:27

    Não acredito em superstições de forma alguma.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

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