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Marketing Multinível vs Esquemas de Pirâmide

Categoria: Empresariais
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Comentários: 2
Marketing Multinível vs Esquemas de Pirâmide

Um grande nº de pessoas quando ouvem falar em Marketing Multinível (MMN, Marketing de Rede) muitas vezes ainda o confundem com Esquemas de Pirâmide. Ora isso é completamente errado e prejudica a imagem e o negócio de todos os profissionais (e já agora dos não profissionais) que fazem do Marketing Multinível o seu modo de vida e a sua fonte de rendimentos.

Antes de mais convém esclarecer que o Multinível é um modelo de negócio LEGAL (previsto na lei), enquanto que os Esquemas de Pirâmide são negócios ILEGAIS.

Como se pode verificar, logo à partida, maior diferença não poderia haver.

São já muitas as empresas/companhias que trabalham em sistema Multinível e se o fazem é porque os seus responsáveis decidiram que a melhor forma de terem sucesso na distribuição dos seus produtos seria fazerem-no através de Distribuidores Independentes (num sistema Multinível). Neste sistema cada Distribuidor ganha pelas vendas que faz e também ganha comissões (variáveis de acordo com o plano de marketing de cada empresa) sobre as vendas de todas as pessoas que apresenta à companhia. Ou seja, para haverem ganhos tem que haver transacção de produtos uma vez que as comissões são pagas em função do volume de facturação da rede do Distribuidor. Se não houver transacção de produtos, a facturação é zero e não há ganhos, porque o Distribuidor não ganha nada apenas pela inscrição de novas pessoas.

Ora, num Esquema em Pirâmide a lógica é outra. Desde logo não há transacção de produtos. O fluxo de dinheiro acontece pela entrada de novos elementos no Esquema, uma vez que cada pessoa que entra tem que pagar uma espécie de jóia (valor de entrada). Normalmente, esse dinheiro “sobe a pirâmide” e cai no bolso da pessoa que está no topo da pirâmide. Dependo dos esquemas, o topo da pirâmide pode ser fixo ou móvel, ou seja pode existir uma pessoa que está sempre no topo dessa pirâmide e está sempre a receber alguma coisa sempre que um novo elemento entra, ou a pessoa que está no topo pode mudar sempre que se fecha um ciclo.

Neste tipo de esquemas há transacção de dinheiro mas não há transacção de produtos ou serviços – e aqui está a fonte da Ilegalidade!

Existem muitas outras diferenças, no entanto estas são as mais importantes e mais relevantes.

O Marketing Multinível é um modelo de negócio em que para se ganhar dinheiro é preciso trabalhar arduamente (como em qualquer negócio), enquanto que os Esquemas de Pirâmide como o próprio nome indica são “ESQUEMAS” – artifícios ilegais usados para se ganhar (e se perder) dinheiro.



Carlos Vieira

Título: Marketing Multinível vs Esquemas de Pirâmide

Autor: Carlos Vieira (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Vicente SilvaVicente

    02-07-2014 às 18:08:39

    Também não confio em negócios que se dizem pirâmides. São inconfiáveis. Já o marketing multinível é sério e honroso, mas é preciso muito trabalho.

    ¬ Responder
  • fabiofabio

    08-10-2009 às 22:29:14

    carlos trabalho na area de calçados ja tive loja hoje quero distribuir meus produtos atraves de um sistema de rede pode me ajudar tem algum investi obrigado ..

    ¬ Responder

Comentários - Marketing Multinível vs Esquemas de Pirâmide

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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