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Evitar a obesidade infantil é simples

Categoria: Saúde
Evitar a obesidade infantil é simples

Os maus costumes acarretam, regra geral, repercussões da mesma natureza. Não é de conceber que se ande constantemente a fazer asneiras e os resultados não se façam sentir, a curto, médio ou longo prazo.

Dizer que a obesidade, sobretudo infantil, tem uma incontornável componente genética é discutível e até subjectivo. Indo à raiz do problema, impõem-se algumas questões: Não comem todos da mesma panela? O que é que a família anda a comer? O que aconteceria ao peso e à saúde dos membros do agregado familiar se houvesse outro tipo de comida dentro da panela? Esta “genética” tem, frequentemente, muito pouco a ver com os genes…!

A verdade é que não se liga, amiúde, àquilo que se ingere, nem quando, nem como. Convém lembrar, contudo, que as crianças não são “porquinhos de engorda” e que se lhes dá ou tira vida conforme o regime alimentar que se segue. Por exemplo, foi demonstrado cientificamente que não tomar o pequeno-almoço está na origem de índices de atenção e rendimento escolar menores, para além de potenciar a ingestão desregrada de alimentos, normalmente bastante calóricos, durante o dia. Se os pais não comem antes de ir para o trabalho, os filhos tenderão a imitá-los. Na falta de apetite ou de tempo, pode levar-se na mochila um pacote de leite ou um iogurte e uma banana, ou um pãozinho.

A meio da manhã, é aconselhável meter mais qualquer coisa no estômago. Meio pão ou um pão, consoante a idade, com queijo, compota ou fiambre, bolachas tipo Maria, torradas, água e sal ou integrais, uma peça de fruta ou um sumo de fruta natural, um copo de leite ou um iogurte são algumas alternativas.

A água é indispensável. Muitos miúdos nem sabem qual é o sabor da água, dado que só bebem refrigerantes, colas, ice teas, etcétera, que não matam a sede e só engordam.

Na escola, é mais difícil controlar o que as crianças compram para comer. Uma dica pode assentar em senhas de alimentos pré-comprados.

No supermercado, os garotos conseguem ser muito persuasivos. Todavia, resistir aos seus apelos, motivados em grande medida pela publicidade, faz parte da educação alimentar de que eles necessitam para se tornarem pessoas bem-educadas, bem formadas e… com saúde! Em acréscimo, as compras para a casa têm de depender dos pais; os filhos só petiscam do que houver na despensa e no frigorífico, uma vez que não vão às compras sozinhos. É um bom pretexto para que os pais abdiquem de alguns alimentos e bebidas do dia-a-dia e adoptem, também eles, hábitos alimentares saudáveis…

Iniciar as refeições principais com um prato de sopa de legumes é o ideal: sacia com baixo valor calórico, reduzindo, deste modo, a quantidade do segundo prato.
Finalmente, programar actividades físicas conjuntas com as crianças ao ar livre pode constituir um bom estímulo: andar de bicicleta, caminhar, dançar, jogar ténis…



Maria Bijóias

Título: Evitar a obesidade infantil é simples

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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